sábado, Maio 31, 2003

PERIGOS DAS GAJAS BOAS
Est· um calor do caralho e as gajas comeÁam a descascar-se ñ e bem. Mas isso traz alguns perigos. Hoje, na faculdade, l· estava uma colega com um vestido cavado nas costas (mostrando que n„o levava soutien) e justo nas ancas (mostrando que nem cuecas tinha ñ ou pelo menos eu esforcei-me por acreditar nisso com todas as minhas forÁas). … evidente que, passados dois minutos de aula, j· eu tinha o nabo a latejar. SaÌ logo e fui esgalhar trÍs punhetas preventivas. Voltei, mas o bicho n„o se acalmava. Muito por culpa da gaja, que ñ vÍ-se claramente ñ proporciona festa rija na cama. E, estando ela mesmo ‡ minha frente, tornava-se f·cil para mim imaginar uma monumental canzana em que eu ñ sem lhe tirar o vestido, apenas levantando a saia para cima ñ lhe dava uma carga de piÁada Èpica sem pedir licenÁa nem nada. Tinha que distrair o pensamento e recorri ‡ minha tÈcnica do costume. Comecei a pensar: ìNa baliza, Moreira. Quarteto defensivo com Miguel, Argel, HÈlder e Ricardo Rocha. No meio-campo, Tiago e Petit. Mais ‡ frente, eu a foder esta puta mesmo na marca do penalty e o terceiro anel todo a gritar: Pi-pi! Pi-pi! Pi-pi!î Foda-se, n„o havia nada a fazer. Todos os caminhos v„o dar a Roma e todos os meus pensamentos v„o dar ‡ rata. E agora? Esgalhar mais punhetas n„o podia, sob pena de ficar com o nabo em carne viva. Agarrar a gaja por tr·s e comÍ-la ali ‡ m· fila tambÈm era desaconselh·vel. Simulei um mal estar de estÙmago e saÌ definitivamente da sala. A HistÛria da Arte que v· para a puta que a pariu. Se o Rubens tivesse visto a peida da minha colega ñ que alÈm do mais era cheiinha, como ele gostava ñ ainda hoje estava agarrado ao pincel. N„o ao verdadeiro mas ao metafÛrico, claro. A tocar sarapitolas umas atr·s das outras.
Bom, mal saio, estava l· fora uma gaja que me anda a rondar h· algum tempo, sÛ que tem a perna curta e a peida descaÌda. ComeÁou a fazer-se a mim, outra vez. Pensei: ìFoda-se, quem esteve a sonhar com lagosta, agora n„o se contenta com carapau.î Pareceu-me uma posiÁ„o eticamente correcta e um bom lema de vida. Mas caguei nisso e mesmo assim comi a gaja. A canzana que era para a outra, levou-a esta. Acho que atÈ ficou com a peida no sÌtio e tudo.

sexta-feira, Maio 30, 2003

PENSO, LOGO EXISTO
Acho muito estranho n„o se ler nada sobre um assunto premente que muito me tem apoquentado. Falo daquele que, a par com o pudor de muitas mulheres em brocharem como deve ser, È um dos ˙ltimos grandes mistÈrios femininos. … um mistÈrio que tem estado durante tempo de mais vedado ‡ curiosidade masculino. Como j· devem ter adivinhado, estou-me a referir ao cheiro e ‡ consistÍncia de um penso higiÈnico usado. Fiz uma pesquisa no Google e o panorama È desolador, de maneira que me vi obrigado a um pouco de mÈtodo cientÌfico para trazer atÈ ao Meu Pipi uma nota de intelectualidade, daquelas que fazem os leitores pensar: ìafinal, quem diz que este Meu Pipi È sÛ javardice, engana-se...î
Arranjar o objecto de estudo revelou-se mais complicado do que eu julgara a princÌpio. Primeiro, pensei na minha m„e, mas parece que a senhora est· a entrar na menopausa e esta investigaÁ„o n„o se compadece com os atrasos causados pela intermitÍncia do ìperigo vermelhoî. … que eu estava mesmo com sede de conhecimento, caralho! Por isso, resolvi vasculhar o caixote do lixo da minha irm„. Nada. Acho que a pita È cretina para ter engravidado, mas isso (aborto, espancamento do progenitor, etc) fica para outra altura. Recorri ‡ minha empregada. (abro aqui um parÍntesis para, sem falsa modÈstia, destacar a minha coragem. Sou um gajo que gosta de porcaria, os leitores sabem disso, mas h· que reconhecer a coragem de manusear um penso usado por uma mulher obesa, verrugosa e quase careca ñ tem tanta queda de cabelo que, quando acaba de lavar a banheira, o ralo tem mais pelos do que quando estava suja. Uma coisa È foder um bicho destes, outra È mexer nos co·gulos, caralho!)
E o que È que encontrei? Ao nÌvel de consistÍncia, fiquei algo desapontado. Terei de efectuar novas observaÁıes, com outros exemplares, derivado de este penso ter sido encontrado j· seco. Destaco apenas uns quantos pelos, robustos, como que a dizer que a pintelheira È mais saud·vel que a cabeleira. A cor era de um carmim esbranquiÁado, com toques de encarnado forte. Bonita. O cheiro, esse, È difÌcil de esmiuÁar. ComeÁa com um travo nauseabundo a cad·ver, mas que, depois do choque inicial, se transforma num acre concentrado, que se suporta. Algumas inalaÁıes profundas permitem descobrir ainda uma essÍncia de bacalhau que, confesso, me fez ficar com meia casa. Tive mesmo que ir bater uma.
J· que tinha chegado t„o longe, achei por bem levar a experiÍncia atÈ ao fim. Fiz a degustaÁ„o. AÌ, meus amigos, confesso que o Meu Pipi fraquejou. SÛ depois de lavar os dentes pela terceira vez È que a minha fÈ na justeza e virtude do minete foi restabelecida.
A BLOGOSFERA FERVILHA TANTO QUE PARECE UMA FERIDA COM PUS
Este indivÌduo diz que sabe quem È o Meu Pipi. Este n„o diz nada, mas tambÈm me mandou um mail a chatear. Caralho, n„o tenho pachorra esta ideia de, l· por termos blogs, sermos todos amigos. Que foda....

quinta-feira, Maio 29, 2003

DA LEITA«A
Haveria muito para dizer sobre a leitaÁa, mas o espaÁo de que aqui disponho para cada tema È mais diminuto que a picha dum japonÍs acabado de sair de uma piscina de ·gua gelada. Enfim, era matÈria para ocupar todo um blog. Mas, num estudo breve, h· dois ou trÍs pontos essenciais a reter.
Em primeiro lugar, importa definir a leitaÁa. O dicion·rio da Academia das CiÍncias, num gesto eivado de profunda paneleirice, optou por omitir o termo. Mas a palavra merecia uma entrada que, sendo bem feita, diria isto: ìLeitaÁa, s. f., mixÛrdia mais ou menos pastosa de cor branca e aroma agreste que se acumula entre o prep˙cio e a picha propriamente dita.î A definiÁ„o precisa do voc·bulo ñ subsequentemente homologada por uma inst‚ncia competente no domÌnio da lÌngua portuguesa, bem entendido ñ È urgente dada a confus„o que por aÌ vai grassando em torno da leitaÁa. Entristece-me ver confundidos os conceitos de langonha e leitaÁa, por exemplo, como acontece ami˙de. (A propÛsito de lÌngua portuguesa: j· houve um tempo em que eu teria comido Edite Estrela. Hoje comeria na mesma, atenÁ„o, mas ela j· n„o me arrebita o bicho como fazia outrora.)
Em segundo lugar, interessa saber qual È a gÈnese da leitaÁa. De onde vem? Como se forma? Basicamente, h· duas formas de obter leitaÁa. A primeira È n„o dar banho ao caralho durante uma semana ou duas (no ver„o basta um dia e meio). A segunda È dar uma foda, n„o lavar a picha e deixar a marinar durante toda a noite, atÈ ao dia seguinte.
Em terceiro lugar, pergunta-se: para que serve a leitaÁa? Ora bem, a leitaÁa È usada apenas para fins recreativos. O mais frequente È este: um gajo levanta-se, coÁa os colhıes e arregaÁa a pichota. Constata: ìPorreiro, hoje h· leitaÁa!î Que faz? Com a polpa do dedo indicador, recolhe a leitaÁa e esfrega-a na polpa do dedo polegar. Nesta altura, d·-se a primeira prova olfactiva da leitaÁa. O bouquet h·-de ser rico, pois a leitaÁa est· ainda fresca. O aroma È composto por notas de leite azedo, uma subtil sugest„o de suor dos colhıes, um toque suave de mijo e ñ no caso de ter havido chavascal na noite anterior ñ um travozinho muito agrad·vel a pachacha. Prossegue-se ent„o o trabalho de esfregar o indicador no polegar (sempre no sentido dos ponteiros do relÛgio). ComeÁam a formar-se rolinhos. Estes s„o reunidos e calcados atÈ se ajuntarem num montÌculo de leitaÁa seca. … altura de nova prova olfactiva: o aroma est· mais intenso, e todos os traÁos que o compıem ganharam corpo e personalidade. E assim se passam alguns momentos de descontracÁ„o e relax enquanto esperamos que a tes„o do mijo amaine, para podermos cagar ‡ vontade.
Outro uso da leitaÁa (menos vulgar, mas mais interessante) È este: discretamente, faz-se a recolha da leitaÁa. Logo a seguir, chegamos ao pÈ de um amigo nosso e dizemos ìEh p·, o que È que tu tens aqui?î, enquanto lhe besuntamos a leitaÁa mesmo por baixo do nariz. Para este passatempo devemos sempre escolher amigos que sejam mais pequenos do que nÛs. A minha experiÍncia È que, em 99% dos casos, mal eles percebem que nÛs lhes pusemos no l·bio superior uma zurrapa que, escassos dez segundos antes, estava na nossa picha, eles v„o querer andar ‡ porrada.
Boas leitaÁas para todos.
ROTO, ROTO, ROTO, ROTO...
Mais uma vez, um gebo chamado "namenota" ameaÁa o Meu Pipi. Pergunta: "o pipi era capaz de assinar com o prÛprio nome?", insinuando que me tira o prep˙cio e me deixa a glande descoberta perante toda a blogosfera. Se calhar n„o me fiz entender da primeira vez - È natural, porque eu tenho esta mania est˙pida de achar que estou a falar para gajos minimamente inteligentes - mas c· vai outra tentativa: Û palonÁo, tu, quando ameaÁas o Meu Pipi, pıes-te em sentido. Parafraseando um grande fodilh„o: N„o perguntes se o Meu Pipi era capaz de assinar com o prÛprio nome, pergunta antes se tu eras capaz de assinar com o teu prÛprio nome! O Meu Pipi È uma cona rapadinha, lavadinha, sem doenÁas, rosada, e n„o tem nada a esconder, por isso n„o julgues que fazes chantagem, Û meu caralho. … a ˙ltima vez que desperdiÁo um peidinho de cona contigo. Da prÛxima, n„o ameaces, executa. Ou estarei a detectar aÌ um padr„o de gajo que fala, fala, fala, mas n„o faz nada?

quarta-feira, Maio 28, 2003

ACALMEM OS PIPIS
Alguns coment·rios sobre a hora a que eu posto os meus coment·rios. A atenÁ„o ao pormenor È muito importante, especialmente para quem quer seguir uma carreira de decoradora. Fora isso, nunca pensaram que eu posso estar no estrangeiro, a alguns fusos hor·rios de Portugal? N„o estou, claro. Isto tudo para dizer que receio que ñ por minha culpa ñ o Meu Pipi se esteja a tornar num fÛrum. Brevemente irei postar algumas CrÌticas de Foda, assim como mais alguma Figura P˙blica ñ estou com tes„o por Rosa de Lobato Faria ñ para manter o nÌvel em baixo. Comme il faut.
I HEAR YOU, FORA DA LEI
O Fora_da_Lei fez um desenho em que veste uma camisola do Meu Pipi ao Carlos Castro. Algumas pessoas gozaram-me, dizendo que ele insinua que eu sou o cronista. Eu digo: est·s enganada, m„e. Explico porquÍ, caralho. Alguma psico-an·lise, agora: o Carlos Castro È, podemos concordar, um palhaÁo. O que È que o Fora_da_Lei faz no desenho? Veste-lhe uma camisola. Por outras palavras, pıe-lhe um agasalho. O Fora_da_Lei agasalha o palhaÁo. Foda-se, eu sei reconhecer um pedido de ajuda quando vejo um.
FALTA DE ASSUNTO? NESTE BLOG, NUNCA
Os leitores perguntam ì” Pipi, com tanta merda a acontecer no paÌs, tu n„o tens opiniıes a dar?î Meus caralhos, n„o È por o paÌs estar como est· que deixam de haver fodas para dar, gajas para comentar, rotos para enxovalhar. FaÁam o vosso trabalhinho, que eu faÁo o meu.
FUFA OU PUTA, PARTE 2
A propÛsito da ˙ltima caralhada que aqui escrevi, a canalha achou por bem comentar e levantar uma quest„o interessante: as mulheres podem ter atitudes "rotas"? Eu digo que uma mulher que prefere sugar clitos em vez de um bom mangalho, È rota. Para saber o porquÍ desta afirmaÁ„o, temos de aprofundar um pouco esta discuss„o e expor aqui as razıes que levam um homem a ser considerado roto. Ser roto n„o È sÛ levar na bufa. Um roto È um gajo que n„o sabe separar o que È para foder e o que È para brincar. Sabem a express„o "n„o se brinca com a comida"? Um roto brinca com a comida. N„o sabe discernir. O que È que eu quero dizer com isto? O roto fode o mesmo gajo com quem vÍ futebol, bebe jolas, vai ‡ pesca. Uma rota fode a mesma gaja com quem vai ‡s compras, vÍ telenovelas, vai ao cabeleireiro. N„o h· divis„o de espaÁoa. Pıe os ovos todos na mesma bufa. VocÍs estavam ‡ espera de uma diatribe anti-rota, mas isto È sÛ uma quest„o funcional. AtenÁ„o, o que eu digo n„o È a palavra de Deus. Embora, sobre estes assuntos, ande l· perto.

terça-feira, Maio 27, 2003

SE EU FOSSE GAJA... FUFA OU PUTA?
Uma velha quest„o que, sazonalmente, a humanidade coloca a ela prÛpria, prende-se com um assunto aflorado num post anterior. Este caralho do guessmack pıe o dedo na cona quando diz "qualquer MACHO se fosse gaija andava a comer outras putas como ela ", no que È secundado, qual dupla penetraÁ„o, pelo acne, que completa com "subscrevo se eu fosse gaja era uma ganda fufalhona". O Meu Pipi pergunta: se um gajo um dia acordasse gaja, o que È que faria (evidentemente, depois de enfiar um pau de vassoura na bufa, sÛ para ver a profundidade)? Seria uma fufalhona? Ou uma fodilhona? Pois È, meus merdas, È esta a quest„o. O Meu Pipi acha a segunda. Por mais que goste de acÁ„o crica-on-crica, uma coisa que sempre me intrigou foi a falta de penetraÁ„o (com um magalho org‚nico, claro) num chavascal entre fongas. AlÈm disso, se um gajo fosse gaja e fosse com gajas, estava a ser roto. Convenhamos que este È um argumento n„o despiciendo. Finalmente, sabendo da facilidade das gajas em arranjar parceiro para fodanga (meu Deus, como È que n„o fodem mais, as gajas!), È natural que eu, se me achasse gaja, fodesse a torto e a direito. Era gaja para ir atacar para o TÈcnico, de graÁa. Sei que esta opini„o È polÈmica, h· gajos que nunca mais querer„o ler o Meu Pipi - a esses eu digo: tudo bem, v„o mam·-los - h· ainda gajos mais fr·geis que est„o neste momento a pensar se ser„o rotos - s„o-no, com certeza - e que tambÈm h· gajos que concordam comigo. Digam-me de vossa justiÁa, panilas.

segunda-feira, Maio 26, 2003

QUEM ME AVISA … UM ROTO DO CARALHO
Um tal de name rota anda, nos coment·rios, a ameaÁar o Meu Pipi de o revelar perante toda a blogosfera. Parece que acha que Meu Pipi È um pseudÛnimo por detr·s do qual se esconde alguÈm. N„o passa na cabeÁa desse caralho que eu me possa chamar mesmo Meu Pipi. ” palonÁo, deixa-te de merdas, p·. Mostra o que Ès capaz, valente. Se queres fazer frente ao Meu Pipi, È bom que tenhas a verga em bom estado ñ o que eu, sinceramente, duvido, vindo de um gajo que se preocupa com estas merdas.
TRADU«√O SIMULT¬NEA = DUPLA PENETRA«√O
Este roto do ìTraduÁ„o Simult‚neaî ñ est·s a ver, n„o te insultei ñ diz que achava muito mais graÁa se eu fosse uma mulher. Olha, palerma, tambÈm eu. … clichÈtico dizer isto, mas se eu tivesse um par de tetas, n„o tinha m„os para escrever estas catotas de chavasco.
AI O COPYCAT...
O ìTextos de Contracapaî, a posts tantos, diz: ìDizem que o meu template se confunde com o dos pipis. N„o sei o que È, tenho de ir ver.î O palonÁo tem um site sobre livros e n„o sabe o que s„o pipis. Meu amigo, alÈm do template, temos outra coisa em comum: tu tambÈm Ès um pipi...
O VENTO NAS VENTAS, CARALHO
Este chouriÁo dp Vento diz que eu tenho uma escrita marialva. Eu, que sempre me orgulhei de ser como a Bic Laranja, de escrita fina. Que se foda. O gajo faz um post bonito, ‡ maneira de um bom bot„o de rosa palavrar. No entanto, borra a pintura no fim (ou seja, no meio do bot„o de rosa, eu cago-me nas fuÁas dele) ao perguntar se, por gostar de futebol, È roto. Meu amigo, j· aqui expliquei que, se È preciso perguntar...
APENAS MAIS UM ROTO...
Este panilas chama-me o Fernando Rocha dos blogs. O que È que eu posso dizer? "I give them Dali, they call me Picasso..."

domingo, Maio 25, 2003

REGRESSEM AO PASSADO, FODA-SE!
¿s vezes vou na rua e ouÁo um puto a dizer "fuck you" ou "bitch". Gosto. Mas confesso que tenho saudade de ouvir ordinarices de antanho, como aquelas que a minha avÛ usava. Por exemplo, nunca mais ouvi este delicioso trava lÌngua: "Eu tenho terra no cu, tu tens areia no cu. Quem È que tem terra no cu?" Estas javardices de outrora, alÈm de beleza poÈtica intrÌnseca, obrigam um gajo a puxar pela cabeÁa, muito mais do que os insultos que se ouvem hodiernamente.
RAMEIRA DO SADO … QUE …
Como referi, estive envolvido numa festa rija, ali para as bandas de Sesimbra. Do programa das festas n„o falo, mas posso sÛ dizer uma coisa: n„o sei se as meninas da ribeira do Sado lavram a terra com as unhas dos pÈs, nem se tÍm carrapatos atr·s das orelhas. Sei È que fazem uns broches divinais, caralho. Podem ser como as ovelhas, mas a mamar na piÁa s„o como vitelas! Que caralho! A sopeira sugou-me a glande de tal maneira, que ainda tenho isto a latejar! E posso jurar que a gaja estava a gozar mais do que eu, a puta! Tive de lhe dar um calduÁo.
PEDOFILIA: A RESPOSTA
N„o tenho escrito nada porque ando muito preocupado com isto da pedofilia, caralho. Mentira, n„o escrevi nada este S·bado porque estive numa p‚ndega em Sesimbra da qual sÛ acordei agora - mas, como diz a minha avÛ, isto s„o contas de outro colar de contas chinesas, que cabem noutra cona (neste caso, noutro post). Bem, mas quando estava agora a voltar, lembrei-me de como È que os cabrıes dos juÌzes podem descobrir quem È ou n„o rompe-esfÌncteres de putos. … simples: pıem os suspeitos todos nus e passeiam ‡ frente deles uma crianÁa (entre 8 e 12 anos), tambÈm nua. Quem levantar a verga È culpado! Mas atenÁ„o: os suspeitos devem ser autorizados a bater uma punheta antes deste teste, porque h· ali alguns que j· est„o l· h· tanto tempo sem foder, que atÈ uma maÁ„ mais rija d· tusa.

sexta-feira, Maio 23, 2003

CORREIO DOS CARALHOS II
Escreve-me o HÈlder (ps ñ muda-me essa morada de e-mail, caralho, È muito rota): ì¡ resposta a esta pergunta:"Quais s„o, para si, as melhores tÈcnicas de punheta?", lembrei-me de uma tecnica q podias mostrar la no teu Pipi. Consiste no seguinte: Primeiro sentamo-nos na nossa m„o (e numa cadeira) durante 10 minutos a 15 minutos, quando tiver dormenta, toca a esgalhar o nabo. Assim ficamos com a sensaÁ„o que alguÈm nos est· a fazer o serviÁinho. Nota: TÍm e que ser rapidos sn a m„o vem ao normal e n funciona. Espero q ainda n conheÁas esta tecnica e q a menciones no teu Pipi, se n„o mencionares paciencia... vai po caralho!! Lollî
HÈlder, o facto de eu j· ter aqui uma vez perdoado a ìignor‚ncia atrevidaî de um cabr„o de um leitor, n„o significa que o v· passar a fazer por sistema. Se lesses este site com atenÁ„o, vias que j· tinha dado esta dica aos punheteiros que me lÍem. Vai l· ler os posts atrasados, caralho. Tu, quando queres falar de javardice com o Meu Pipi, pıes-te em sentido, ouviste?
CORREIO DOS CARALHOS
Pergunta-me o (ou a, nunca sei, com estes nomes andrÛginos da Internet) Pilori: ìCompulsava eu um alfarr·bio quando se me deparou a express„o "pipi alto e gordo" que me fez pesquisar na internet. Eu, pipi gordo, ainda compreendo que deve ser cona de beiÁa inchada. Mas, alto? ” pipi, n„o me quer elucidar sobre o que È um pipi alto?î Pilori, meu caralho (e digo isto com amizade) eu acho que te enganaste e o que querias perguntar era o que È ìPipi, alto!î, que È uma ordem que antigamente se dava ‡s mulheres quando entravam em zonas restritas. Do gÈnero era tambÈm o ìacalmem os pipis!î, muito usado por maridos arreliados por barulho em reuniıes tupperware dos anos sessenta. Bons tempos...

quinta-feira, Maio 22, 2003

FUFAS AT LAST
Cristina, uma leitora, faz o seguinte reparo ao Meu Pipi: ìOnde andam as gaijas ditas homossexuais?? Ora, homem que È homem macho (em oposiÁ„o ao homem roto) fantasia SEMPRE, sem excepÁ„o, com fufas - chamem-se a
s coisas pelos nomes.î A Cristina tem raz„o, e portanto, vai mam·-los.
Ponto prÈvio: vou distinguir aqui ìfufasî de ìgajas que n„o s„o fufas a comerem-seî.
Segue. … cl·ssico dizer que um gajo ‡ sÈria gosta de fufas. Ora, a verdade È um coche mais complexa do que isto. Em primeiro lugar, um gajo ‡ sÈria desconfia de uma gaja que prefira sugar um clito a uma cabeÁa de caralho. Em segundo, uma fufa acaba por ser concorrente de um gajo. Convenhamos que È perigoso haver a possibilidade de uma gaja beber mais, guiar melhor ou mesmo ñ e isto È muito mau ñ guiar melhor com os copos do que um gajo. N„o sÛ È concorrÍncia, como tambÈm È concorrÍncia desleal. Afinal, uma fonga sabe melhor onde È o clÌtoris e algumas atÈ est„o interessadas nisso.
O que um gajo ‡ sÈria gosta mesmo ñ e, aqui, admito que o Meu Pipi estava a falhar ñ È de gajas que n„o s„o fufas mas que, numa dada situaÁ„o, acabam por se comer. O que È que d· mais pica: a Dina e a Lara Li a bater pratos com dureza, ou a B·rbara Guimar„es e a Isabel Figueira a beijarem-se com a lÌngua, primeiro timidamente, a Figueira a fugir (FODA-SE, J¡ ESTOU A FICAR MOLHADO), a Guimar„es com dois dedos por cima da camisa, no fundo, todo o processo exploratÛrio que torna duas bonitas amantes de vergas, naquela noite ˙nica, em duas fufas safadas? Ou safodas. Olha, que giro, caralho! Fiz um trocadilho dupolo!
Como eu disse no ponto prÈvio, h· que distinguir ìfufasî de ìgajas que n„o s„o fufas a comerem-seî.
PESQUISEM ISTO
¿ malta que tem vindo parar ao Meu Pipi atravÈs da pesquisa ìcona+mijoî ìconas+apertadasî, ìputedo+em+grandeî ou ìgajas a foderî: se È isso que querem, este n„o È o vosso blog. O Meu Pipi È javardo, mas ‡ sÈria, caralho! N„o È c· meninices de ìconas apertadinhasî ou ìcona e mijoî! N„o, seus merdas, se n„o vierem c· parar por pesquisarem ìgr·vidas+brochadas+cavalosî ou ìamiga+Olga+Teresa+Guilherme+fist+actionî, escusam de c· vir. V„o para um site porno. Este n„o È para meninos.

quarta-feira, Maio 21, 2003

OS ANIMAIS S√O TODOS IGUAIS, MAS UNS S√O ROTOS
N„o sou daqueles que dizem "gosto mais de gatos" ou "aprecio mais c„es". Eu gosto de todas as raÁas de animais. H· È gatos e c„es de que gosto e outros de que n„o gosto. Acima de tudo, acho que, cada raÁa, encerra em si a habilidade para praticar o bem ou o mal. Infelizmente, a maior parte dos c„es ou gatos que j· conheci, escolhem sempre praticar o mal, nomeadamente, em certa altura das suas vidas, apanhando na bufa de c„es ou gatos do mesmo sexo.
EU, PED”FILO, ME CONFESO
Estive aqui a pensar, caralho, e cheguei ‡ conclus„o que tambÈm eu abuso de crianÁas. … que uma das minhas maldades favoritas È -dar peidos nas fuÁas dos sacanas dos putos. ¿s vezes, estou numa passadeira, ‡ espera que o sinal fique verde, e ao meu lado est· uma m„e que traz o petiz pela m„o. O que eu gosto de esbordalhar o cu todo, ver o franzir do nariz da crianÁa e, quando eu j· estou no outro lado do passeio, ouvir o "bu····" infantil de quem n„o percebe donde vem o cheiro nauseabundo. TambÈm aprecio fazer isto em animais. Infelizmente, estes n„o choram, sÛ fungam.
ESCLARECIMENTO
Muitos dos meus leitores protestam contra a minha denodada homofobia. Parece que dedico muito do meu tempo a dizer mal de panascas -ñ eu que pensava que dedicava pouco. "…s um frustrado", "gostavas era que te arrebentassem o esfÌncter ‡ caralhada", "sai do arm·rio, meu roto de merda", s„o alguns dos coment·rios que leio, e isto sÛ dos meus familiares. Nada mais longe da verdade. Essa histÛria de "se dizes mal È porque, no fundo, queres ser" È um clichÈ que importa desmontar. Eu digo mal de pretos. Digo mal de deficientes. Digo mal de monhÈs, de judeus, de ·rabes, de labregos, etc. Quererei ser um? N„o me parece.
Posto isto, porque È que eu digo mal de rotos? Por uma quest„o de egoÌsmo. Cada vez h· mais rotos e isso prejudica--me. As pessoas dizem "ah, mas h· mais gajas livres". Isso È indiferente, eu faÁo--me sempre a todas as gajas, independentemente de estarem livres ou n„o - ali·s, uma gaja, por definiÁ„o, È um organismo livre, sempre ‡ espera de uma piÁa que a preencha. Eu n„o sou homofÛbico por me fazer impress„o ver um gajo abafar a palhinha. Ali·s, "fazer impress„o" ver um gajo ser enrabado È roto. Um gajo n„o "sente impress„o" por nada, n„o h· nada que um homem ‡ sÈria n„o consiga ver. Mas ser roto È mais do que levar na peida. … um estilo de vida. N„o È uma opÁ„o, s„o v·rias. E prejudicam-me. ¿s vezes quero arranjar um jogo de futebol e j· se me torna difÌcil conseguir ter 10 gajos para jogar! Os rotos n„o gostam de bola. Quero ir beber um copo, n„o podem, sÛ podem beber ch·. Quero ir andar ‡ pÍra, n„o querem, para n„o bater em rapazes bonitos. Quero ir ao strip, sÛ se for de homens. A soluÁ„o È, ou ficar em casa sozinho a bater punhetas ou comeÁar a sair com eles. Quando isso acontecer, j· estou a ver o filme: embebedo--me, drogo--me e quando der por mim estou a aviar a pandeireta a uma bicha, como quem n„o ama. Portanto, isto causa--me algum transtorno.
Eu n„o acho mal ter um amigo roto, atenÁ„o. Compıe o ramalhete. … como ter um conhecido que È preto, ou um primo afastado que tem um filho mongolÛide. … bom para a diversidade e d· uma boa histÛria para impressionar amigas de esquerda. Dois amigos rotos, ainda v·. … o chamado "casal amigo". Mas trÍs? TrÍs j· È um trio elÈctrico e, numa pequena soirÈe em casa de amigos, j· È esse lobby que escolhe a m˙sica.
AH, BOM!
Os caralhos do Cruzes Canhoto l· me puseram numa categoria ‡ parte. "Blog Especialmente Cultural". Gostei. … este gÈnero de merdas que impressiona gaja tontas e, com o "word of mouth" certo, me pode levar a comer a B·rbara Guimar„es. Outra vez.
BOMBA INTELIGENTE
A Bomba Inteligente - um nome que, aplicado a uma gaja, È uma perigosa combinaÁ„o - considera-me o "gajo mais heterossexual da blogosfera". Serei. … mais uma cruz que carrego, caralho. Agora, se ela chegou a esta conclus„o por eu ter dito que comia a Lourdes Norberto ou a Dina Aguiar, o que dir· ao saber das minhas fantasias com a Margarida "Tentem AbraÁar-me A Ver Se Conseguem" Martins? Ou pior: das porcas que tenho feito? No que concerne ‡ Bomba Inteligente, receio ter rebentado com a escala da homenzice para o resto dos blogonascas.

terça-feira, Maio 20, 2003

A FRUTA DO EMBAIXADOR
Disseram agora na SIC que a fruta preferida do embaixador Jorge Ritto È a papaia. E eu que sempre pensei que ele se pelava por um bom mam„o...
DEVAGAR, MAS COM FOR«A
O ZÈ Tolas comentou, a propÛsito da foda que eu daria na Lourdes Norberto: "” Pipi, desculpa mas eu acho que essa merda do "devagar, mas com forÁa" È mito. Que tÈcnica de foda È essa, p·?" Eu desculpo a ignor‚ncia atrevida do palonÁo. … compreensÌvel que um gajo que passa mais tempo na Internet a ver sites destes tenha pouca pr·tica de foda. … assim: sabes quando queres bater num gajo, mas em vez de lhe dares um murro nas trombas, lhe apertas antes o gasganete, ou torces o braÁo atr·s das costas? … com este tipo de energia que se fode "devagar, mas com forÁa". Primeiro objectivo, aleijar a gaja. Segundo objectivo, ter prazer. Tecnicamente, consiste no seguinte: supıe que est·s a fodÍ-la ‡ padeiro (i.e. ela deitada de costas, tu por cima, mas com uma ou as duas pernas aos ombros - assim chamada por estar com a padaria toda desguardada). PosiÁ„o perfeita. Com a piÁa toda introduzida, forÁas, com o teu peso a entrada do nabo todo. Se possÌvel, atÈ metes um ou mais colhıes ao barulho. Depois, È deixar a gravidade tratar do assunto - a n„o ser que sejas uma dessas amÈlias que pesa menos que uma arroba, caralho. Nas posiÁıes em que n„o podes usar o peso, agarra-te bem aos quadris da gaja e puxa-a para ti atÈ a tipa se engasgar com o mangalho, por dentro. Percebido?
MAIS CONSULT”RIO SEXUAL
C· est· mais uma pergunta de um punheteiro que, em vez de andar a fornicar, anda a mandar e-mails, Û caralho.
ìA minha namorada deseja que eu lhe faÁa um bot„o de rosa, mas eu tenho um bocado de nojo. O que devo fazer?î
M. A. (Lisboa)
Resposta: Para j·, um breve ponto prÈvio. Ter nojo do que quer que seja que envolva escangalhar gajas È a merda mais rota que pode haver, caralho! Pensei que esta porra j· estivesse percebida, foda-se!... Calma, Pipi. Bom, realmente o bot„o de rosa È uma merda que requer alguns preliminares. Desde logo È aconselh·vel aquilo a que eu chamo uma ìlavagem de estradaî. Ou seja, n„o basta a gaja passar o chamado olho cagador a pano. Toda a ·rea deve ser lavada com uma daquelas agulhetas tipo estaÁ„o de serviÁo ou, idealmente, com um jacto de areia para uma limpeza realmente em profundidade (se for este o caso, n„o se esqueÁam de limpar a areia toda antes de l· irem com a lÌngua, com o dedo, ou com o prÛprio piÁo. Em nenhum dos trÍs sÌtios o esquentamento È agrad·vel). Para aqueles que est„o a pensar ìFoda-se, este Pipi È um menino do caralho! … sÛ cuidadinhos com a higiene, o paneleiro de merda!î, deixo sÛ o seguinte recado: no dia em que c· vierem perguntar qual È a melhor maneira de tirar merda do meio dos dentes e tiverem que rapar a pintelheira do ventas porque n„o se conseguem livrar do pivete a cagalhıes, mando-os todos irem levar nessas peidas gadochas, caralho! Adiante. Se mesmo depois destes cuidados b·sicos, a ideia de mamares do esfÌncter da tua gaja n„o te encher tanto o corpo cavernoso como mergulhar de trombas num balde de merda, o meu conselho È o seguinte. Em vez do bot„o de rosa, faz-lhe aquilo a que eu chamo o telecomando de rosa. Passo a explicar. O telecomando de rosa È uma merda mais moderna que o bot„o de rosa. Enquanto no bot„o de rosa um gajo n„o tem outra hipÛtese se n„o ir l· mesmo chafurdar com as beiÁas, o telecomando de rosa consiste em mandar o escarro desde uma dist‚ncia segura, sem mais preocupaÁıes. As grandes vantagens que eu vejo no telecomando de rosa s„o o facto de permitir que um gajo continue a ver pornografia enquanto trata da sua vidinha, em vez de ter a tromba enfiada no rego do cu da gaja, e de ser giro para treinar a pontaria, uma vez que o olho do cu arregalado faz um alvo perfeito.

segunda-feira, Maio 19, 2003

LOURDES NORBERTO
Na rubrica que h· dias iniciei sobre figuras p˙blicas com que eu teria ou n„o relaÁıes de cariz sexual, onde e como, vou agora falar da Lourde Norberto. Fazia e fazia bem. Passo a explicar. Apesar de entradota, eu tenho para mim que deve ser uma grande sugadora de glandes. H· algo naquela boca que me faz pensar, ìÛ diabo! O meu mangalho quer jogar ‡ parede com aqueles dentes!î Gostava particularmente de lhe fazer um carrapito no alto do cocuruto. Acho que È um efeito bonito, estar sentado enquanto a velha me chupa a piÁa e ver aquele feixe de cabelo a bater-me na barriguinha. Parece uma vassoura a varrer o terraÁo. Admito, s„o manias que eu tenho...
Depois de uma brochada a preceito, gostava de foder a Lourdes Norberto ñ reparem como continuo a dizer o nome dela, que È para impressionar ainda mais o leitor mais fraquinho de estÙmago ñ ‡ mission·rio. ìFalta de imaginaÁ„o!î, dizem aqueles ginastas da foda, gajos que fazem todas as mudanÁas possÌveis e imagin·rias porque assim demoram mais tempo a vir-se. Ora, acontece que eu n„o enfermo desse problema. Pelo menos, n„o todos os dias. E gostava mesmo de estar cara a cara com a Lourdes Norberto enquanto lhe dava prazer como eu gosto: devagar, mas com forÁa! Eu tenho para mim que, quando se fode uma grande dama do teatro, h· algo de generoso no acto. Principalmente se pensarmos que a maioria dos homens com quem ela convive ñ actores, encenadores, escritores, o caralho ñ s„o todos rotos. AlÈm disso, gostava de agarrar as duas m„os da Lourdes Norberto (c· est·) atr·s da cabeÁa e dar-lhe umas valentes (mas carinhosas) bofetadas no focinho.
LEIAM COM ATEN«√O, SEUS MERDAS
Alguns blogs (estou-me a lembrar destes cabrıes) juntam muitas vezes o Meu Pipi ‡ Cagada, na mesma categoria de links. Considero isso ofensivo. Est„o a confundir ordinarice ‡ sÈria (que eu me orgulho de produzir) com mera falta de maneiras. S„o merdas destas que ‡s vezes me fazem pensar em desisitir do Meu Pipi...
CONSULT”RIO SEXUAL
Vou pÙr em dia a correspondÍncia, respondendo a algumas perguntas que me foram chegando por mail.
"H· alguma tÈcnica para se conseguir fazer auto-broche? Se sim, qual?"
T. E. (Damaia)
Resposta: Meu amigo, essa quest„o È t„o velha como a humanidade. Desde tempos imemoriais que os homens buscam uma forma de executar auto-broche. As mulheres tambÈm, para poderem deixar de o fazer. Grandes putas.
Creio que a ˙nica maneira de, n„o sendo contorcionista, conseguir fazer auto-broche È extraindo cirurgicamente dois ou trÍs pares de costelas. Pelo menos, È isso que eu vou fazer. A operaÁ„o È daqui a duas semanas, mas j· a marquei h· seis anos. Este nosso sistema de sa˙de È mesmo uma merda. Pode um gajo morrer para aqui com falta de broche que ninguÈm se importa. A propÛsito, n„o se admirem se daqui a duas semanas eu deixar de escrever durante uns tempos.

"Quais s„o, para si, as melhores tÈcnicas de punheta?"
D. S. (Lisboa)
Resposta: H· tantas, meu Deus. Revelo aqui apenas uma, que tenho vindo a utilizar mais recentemente. Quando o gajo que vive comigo est· c· em casa, tenho que ir esgalh·-la para a casa de banho, sentado na sanita. Mas, previamente, esfrego uma boa posta de bacalhau (o Riberalves È o ideal, mas o Pascoal, apesar de ultra-demolhado, tambÈm serve muito bem) nos joelhos. Para quÍ? No fim da sarapitola, a contracÁ„o faz com que me dobre para a frente. Ora, como os meus joelhos cheiram a cona, esguicho com renovado ‚nimo e potÍncia. Qualquer dia ainda lasco o estuque do tecto!

"Ouvi duas vezes seguidas uma m˙sica do Elton John e gostei. Serei homossexual?"
C. F. (Porto)
Resposta: Sim.
N√O ME FODAM
Um gajo j· n„o pode ter aqui um site com classe que aparece logo maltosa a dizer que isto È "alternativo". N„o gosto nada disso. "Alternativo" È sinÛnimo de roto. Isto È um site ordin·rio, mais nada.
VOU FECHAR A LOJA
Quando este grande caralho se comeÁa a referir ao Meu Pipi como "um cl·ssico", È sinal que eu devo arrumar os tarecos e ir mandar caralhadas para outra freguesia. Cl·ssico Ès tu, meu ganda cabr„o!
T¡S COM MEDO, PACHECO?
O Pacheco Pereira ainda n„o falou em mim. TÌpico desta malta, ingorar a concorrÍncia... Maricas do caralho...
P” CARALHO, CARALHO!
Mais panascas a falar do Meu Pipi. O Gato Fedorento faz piadola comigo e com um blog chamado Piolheira. Ficam os senhores Rabos Fedorentos a saber que este Pipi È rapadinho, como uma menina de 11 anos. Depois, o Bloco de Notas diz que eu escrevo bem. Ali·s, faz-me c· um broche linguÌstico que ainda tenho o nabo em carne viva. Adiante. Diz que ninguÈm sabe quem eu sou e que acham que eu sou o JosÈ Vilhena. Com todo o respeito que essa carcaÁa velha me merece, v„o para o caralho, Bloco de Rotas!
AINDA O CHATO QUE MAIS COMICH√O D¡ AO MEU PIPI
Este conas È mesmo um chato. Se calhar, ainda n„o me expliquei bem: o gajo tem um site chamado Evasıes de um Sonhador (DelÌrios de um Roto, È o que È). Esta semana, pÙs um post sobre o porquÍ de as mulheres irem juntas ‡ casa de banho. Ora, se n„o È para se comerem, n„o sei qual È que pode ser o interesse das respostas. Mas este panilas foi perguntar ‡s amigas. E cito: ´ Elas falam de tudo o que lhes pareÁa importante na altura, como da roupa nova da ìJoanaî, da gordura da ìSaraî, da magreza da ìDianaî ou do novo namorado da ìTeresaîª. Eu sei porque È que o gajo pıe os nomes das gajas entre aspas: È porque, na realidade, s„o gajos. S„o os amigos dele e cada um tem um nome de guerra. Suga-pichas do caralho! Muita salsicha j· deve ter este cabr„o engolido nas casas de banho dos centros comerciais. Este roto est· para a SIDA como o S„o Paulo para a Igreja: È o disseminador!
Como se n„o bastasse, esta besta È ·rbitro de futebol. E di-lo com orgulho! N„o vou invocar o clichÈ de ser um jogador de futebol frustrado. N„, este cabr„o È ·rbitro que È para poder ver os jogadores de futebol ao perto. E as punhetas que n„o deve esgalhar ao lembrar-se do ponta-de-lanÁa que expulsou! O que ele n„o deve gostar de mandar homens para o banho!
Outra raz„o pela qual digo que este gajo n„o pode ser boa gente: È egocÍntrico. Isso explica o porquÍ de um post dedicado ao dia do deficiente.
Para terminar: aquela citaÁ„o, tive de a copiar ì‡ m„oî. N„o pude fazer um copy paste porque este urso tem o site protegido pelo copyright! Foda-se, um gajo que se d· ao trabalho de proteger as inanidades rotas que pıe na Internet È capaz de ser o maior paneleiro de sempre! Estou indignado, caralho.

sábado, Maio 17, 2003

RETRATOS DE FAMÕLIA. A MANA
Enceto aqui uma sÈrie de retratos de famÌlia, para melhor me dar a conhecer ao leitor. Vou comeÁar pela minha irm„. A minha irm„ - n„o adianta escondÍ-lo - È puta. E n„o digo que È puta no sentido de ser m· como as cobras, mas sim no sentido em que fode com camionistas a troco de dinheiro. A culpa foi do meu pai, que È muito severo e disse-lhe: "Minha menina, acima de tudo, respeitas a tua famÌlia. Vais ter uma profiss„o que seja digna do teu nome." Ora, ela chama-se Geraldina.
Ter uma irm„ puta tem imensas vantagens. Por exemplo, no tr‚nsito, quando um gajo me diz "” filho da puta!", eu baixo o vidro e digo: "Irm„o da puta, se faz favor!"

sexta-feira, Maio 16, 2003

PODER¡ UM FILME PORNO BASTAR UMA VIDA?
… uma quest„o pertinente, esta que me foi colocada pela minha irm„. Com a Internet, È raro alguÈm bater mais do que uma punheta com uma fotografia ou filme. H· tantos, de tantas qualidades, para tantos gostos, que um pervertido pode esgalhar com uma diferente todos os dias. Mesmo um adolescente, na fase em que a sua ocupaÁ„o consiste apenas em faltar ‡s aulas e esfrangalhar a verga algumas sete vezes por dia, atÈ ter o nabo em carne viva, tem ao seu dispor toda uma panÛplia de tetas, ratas e cus para o entreter por muitos anos. Mas, e se n„o existisse Internet? Poderia um homem viver sÛ com um exemplar da Playboy? SÛ com um "A Bela e o Mastro"? Conseguiria excitar-se todos os dias com as mesmas mamas? Vir-se com a mesma imagem de uma anilha branca esbordoada por verga preta? Eu creio que sim. O que levanta a piÁa a um gajo um dia, levanta-o todos os dias. Ali·s, eu sei que vou lanÁar a polÈmica, mas eu acho que a variedade na pornografia acaba por ser prejudicial. Quantas vezes n„o perdi eu a tes„o enquanto o rato anda ‡ procura do broche certo, do ‚ngulo em que se vÍ mais nanha, do money shot perfeito? A gan‚ncia pela pornografia ideal j· me escangalhou muita punheta que atÈ estava a correr bem. … como os rotos dos surfistas: passam a vida ‡ procura da "perfect wave", mas isso n„o existe. O que È que vocÍs acham, caralho? Surfistas (os que sabem ler), escusam de responder. Bl·, bl·, bl·, destroy waves, not beaches, v„o mas È todos encher as pichas de cera e enrabarem-se uns aos outros atÈ fazer faÌsca.
COM DP, QUEM GANHA … VOC 
Uma outra pr·tica sexual que È mal vista entre nÛs È a dupla penetraÁ„o. Muitos canditados a macho acham que È abichanado estar um gajo a ir ‡ peida a uma gaja enquanto outro a fode. … uma quest„o antiga, do tempo dos gregos. Ali·s, a express„o ìagradar a gregos e troianosî vem exactamente desse tempo em que as putas helÈnicas eram poucas e as encomendas tantas que, n„o poucas vezes, tinham de aviar a clientes gregos e a clientes troianos, tudo ao mesmo tempo. Ali-ali·s, a express„o era ìn„o se pode aviar gregos e troianosî. Mas a verdade È que se podia. Normalmente era troianos na boceta e gregos no cu. Mais tarde, com os romanos, tiveram que comeÁar tambÈm a mamar sardos. Foi aÌ que nasceu o gang bang, uma teoria que, mais tarde, aquele gajo da cadeira de rodas, astrofÌsico de merda, pegou. … mais ou menos assim: trÍs gajos a foder - e bem! ñ uma gaja, a semente que jorrou era tanta que deu origem ao universo. Foda-se, eu devia era fundar uma religi„o, caralho....
EH! RATA!
O post anterior pode ter dado uma impress„o errada sobre a minha famÌlia. A minha m„e lÍ mal n„o porque seja analfabeta, mas porque È chique n„o ler. O meu pai esteve dentro por evas„o fiscal. Somos rascas, mas de classe mÈdia, caralho
O MEU PAI FOI ROTO, MAS EU NUNCA SEREI
A minha m„e esteve a ler o meu blog. N„o gostou nem deixou de gostar ñ mas tambÈm, ela lÍ mal, por isso... SÛ fez um reparo: disse que aquele post de n„o querer levar no cu era exactamente o gÈnero de merdas machistas que o meu pai dizia, atÈ ter ido parar com os costados ‡ pris„o. Parece que apanhou por l· com cada carga de piÁada que, depois de ter saÌdo, continuou a receber uma data de cartas perfumadas e cheias de coraÁıes, mandadas pelos namorados. Eu disse ‡ minha m„e que, se eu fosse preso, ninguÈm me ia ‡ peida, caralho! Para j·, devido ao matagal que tenho no rego da peida. Depois, foda-se, na hora da verdade, este esfÌncter È mais apertado que os tops da Alexandra Lencastre ñ por falar nisso, que tetas, caralho! Que tetas!
A minha m„e n„o sabe do que fala, mas a verdade È que eu tambÈm n„o...
EH! MAIL!
Ai o caralho! N„o consigo pÙr a merda do meu e-mail aÌ ao lado, para vocÍs me entupirem a merda da caixa com pornografia da boa, passe a redund‚ncia. … para aqui: omeupipi@hotmail.com.

quinta-feira, Maio 15, 2003

CHATOS NO PIPI (O REGRESSO)
Ontem, prometi falar aqui neste chupa-pichas. Mas essa È uma tarefa pesada, que vou fazer em fascÌculos, porque h· muito para dizer sobre este abocanhador de nabos. A primeira coisa que h· a dizer È a seguinte: È por causa de paneleiras como esta que o nosso paÌs n„o avanÁa. Este agasalha-vergas diz que gosta muito de beber ch·, que bebe cinco chaveninhas por dia de chazinho, ai o meu chazinho, que È t„o gostoso. Mas que mariquice È esta, caralho?! VocÍs acreditam na rabetice deste fanchono? Este rabichola, cujo recept·culo anal È de certeza absoluta um armazÈm de litros e litros de langonha, n„o sÛ bebe chazinho, como n„o tem vergonha de vir dizer esta merda. E depois o meu blog È que È obsceno, caralho! AlÈm disso, o engole-pichotas anda para l· a aconselhar quais s„o as melhores de entre todas as beberagens rabetas! Estou fora de mim com este suga-mangalhos. Vou acalmar-me um bocado e j· volto a este assunto.
SUPER-HER”I
Quando eu era pequenino, aos 5/6 anos, usava a minha imaginaÁ„o de crianÁa para fantasiar que era um super-herÛi. Na minha inocÍncia, imaginava que era o Super-Fodilh„o. Tinha poderes: a super-pichota, a super-trancada e o super-esguicho. Mas em geral acabava sempre por ter que me contentar com a super-punheta. O meu Ìdolo era Reinaldo, conhecido por ìO Arrebenta-Cusî, o jogador do Benfica que havia esgaÁado o cagueiro de uma das Doce. Hoje em dia, vemos as crianÁas e os jovens crescerem para aÌ ao Deus-dar·, sem terem referÍncias nem ideais. Onde vai parar o mundo?
APELO ¿ SINCERIDADE
AlÈm de ser um blog de chavascal, O Meu Pipi tambÈm È um blog de valores. DaÌ este apelo. A vida seria muito mais f·cil, e o mundo seria um lugar com mais harmonia, se as pessoas se deixassem de merdas e dissessem mesmo o que querem. Por exemplo, eu vou no metro. Ao meu lado vai uma gaja j· entradota, mas ainda com boas tetas, tranca robusta e peida bem arrebitada. Tem que ser comida j·, sen„o estraga-se. E eu dizia: ìMinha senhora, desculpe, mas o seu marido, muito provavelmente, j· n„o lhe d· uma foda como deve ser h· anos. Ora, eu sou possuidor de uma picha jovem muito jeitosa, e estou disponÌvel para lhe dar uma carga de piÁada de tal ordem que a senhora atÈ julga que È mentira.î E a gaja aceitava ou n„o aceitava. E o contr·rio tambÈm era verdadeiro. Uma gaja chegava-se ao pÈ de mim e dizia: ì… p·, apetecia-me mesmo um minete, seguido de uma boa canzana contigo a puxares-me o cabelo por tr·s.î E eu dizia ìVamos a issoî, ou ìEst· bem, mas vais fazer uma lavagem vaginal primeiro, pois tresandas do pipiî ou ìN„o porque Ès feia como o caralho. Suga-me antes o nabo.î E acabava tudo em bem. Nos filmes pornogr·ficos, È assim que as coisas se passam. Um leiteiro vai entregar duas ou trÍs garrafinhas a uma dona de casa (e aqui estou a lembrar-me da cÈlebre cena do cl·ssico ìCavilha na Anilhaî) e a gaja pede que j· agora ele lhe deposite mais uns centilitros na pachacha.
A vida È simples, a malta È que complica.
POL…MICA 2
Por outro lado, e sabendo que isto de ver quem È roto e quem n„o È, tem muito que se lhe diga, outra quest„o se pıe. Hoje em dia leio, ami˙de, em v·rias revistas de v·rios tipos (sendo que todas, mas mesmo todas, desde a Telenovelas atÈ ‡ Executive Digest, passando pela Casa Cl·udia, tÍm uma secÁ„o de perguntas sobre sexo), sempre a mesma pergunta. Genericamente, È tipo isto: ì¿s vezes estou com a minha namorada, ela est· a fazer-me um broche e pıe-me um dedo no cu. Eu n„o desgosto. Serei gay?î … a pergunta da moda no inÌcio do sec. XXI. Nos anos 60 era ìposso comer mais do que uma irm„ minha?î, nos 80 foi ìir ao cu engravida?î, agora È isto. Em primeiro lugar, deixem-me tirar qualquer d˙vida: um gajo que sequer levanta a d˙vida de ser roto, È-o com certeza. T„o simples quanto isso. Um gajo que È macho ‡ sÈria sabe que o È. Pronto, esta parte j· est·. Passemos ‡ quest„o relevante.
… ou n„o È roto uma gaja que estamos a foder pÙr-nos o dedo no cu? …. E se ela for mesmo boa? … ‡ mesma. E se ela disser que faz-nos um bico todos os dias, atÈ morrermos, se puder pÙr o dedo na bufa? Hummm... aÌ...N„o, È roto ‡ mesma. E por aÌ adiante. N„o h· como fugir-lhe: retirar prazer de ter alguma coisa no cu È roto. Mais digo: mesmo que n„o gostemos, se o estivermos a fazer para agradar a uma gaja, tambÈm È roto. Em nenhuma circunst‚ncia È aceit·vel encaixar na anilha.
Um gajo ‡ sÈria, nem que tenha a tomatada toda a latejar na zona da prÛstata, n„o vai ao toque rectal. O mÈdico atÈ pode dizer ìacho que tem um cancro na prÛstata, mas eu consigo cur·-lo. Tem È de me deixar examin·-loî. O caralho È que examinas! Lembro-me do meu AvÙ, quando j· n„o se podia levantar, com os colhıes reduzidos a farripas de carne, a sangrar da picha como se aquilo fosse uma bica de groselha, o meu avÙ, mesmo assim, n„o deixou o sacana do mÈdico pÙr-lhe o polegar pela bilha acima! O velho morreu numas convulsıes que atÈ lembrava uma truta fora de ·gua, mas ninguÈm lhe conseguiu ver se tinha o cancro na prÛstata ou n„o! Desconfiavam, mas n„o tinham certeza. E nos ˙ltimos oito anos ñ primeiro na cadeira de rodas, depois, quando j· n„o se conseguia erguer, na cama ñ sempre disse: sou um gajo ‡ sÈria. E era, caralho.

quarta-feira, Maio 14, 2003

ATEN«√O: POL…MICA!
A quest„o que vou levantar aqui È basto polÈmica. … apenas uma teoria, da qual n„o sou defensor. N„o passa de uma proposta de debate. Apelo ‡ calma de todos.
Trata-se do seguinte: ent„o e se a panasquice for uma actividade mais masculina e de mach„o do que a heterossexualidade? Ora acompanhem este raciocÌnio: quando um gajo est· a levar ou a ir ‡ peida a outro, est· com mais um gajo. Ali, os dois a suarem, um a rebentar com a peida do outro, o outro a aguentar que nem um valente com o vergalho do primeiro. … uma espÈcie de desporto violento, com muito contacto fÌsico, como o boxe, sÛ que em vez de se andar ‡ porrada com um gajo, anda-se ‡ piÁada. E em vez de se acabar com os olhos fechados, por causa do inchaÁo, acaba-se com um olho bem aberto, por causa do maÁo. Por outro lado, a heterossexualidade implica estar com uma gaja, que È um ser delicado, e cheira bem, e um gajo est· ali: ìEnt„o? Est·s a gostar? Estou a aleijar a bebÈ?î, o que acaba por ser um bocado paneleiro. Pensem l· nisto e depois digam qualquer coisa.
ODEIO ITALIANOS
Agora o post como devia ter sido escrito de inÌcio: Odeio que me faÁam um italiano. (eu explico: se uma italiana È uma bica curta, ent„o quer dizer que o italiano È um bico curto. E eu odeio um bico curto). Odeio que a gaja me pegue na picha e me broche sÛ durante uns poucos segundos, como quem apenas queima tempo atÈ levar com o nabo na rata. Um broche È um acto sexual de pleno direito, caralho! N„o È um aquecimento, para ser feito por uma puta de ar enjoado, como quem est· ali por obrigaÁ„o! Tem princÌpio, meio e um fim! Tem uma mec‚nica prÛpria. Um ritmo particular - faz lembrar muito um certo tipo de jazz. Tem andamentos, direcÁıes e forÁas prÛprias. Deve terminar com uma jacto completo, de preferÍncia na boca dela. E sem avisar. Deve ser culminado com uma limpeza feita de valentes sugadelas, enquanto a verga ainda est· dormente. No fim, a piÁa deve ser esfregada no cabelo da tipa.
CARALHOS ME FODAM!
Ah, foda-se, caralho! N„o era isto que eu queria dizer, merda! ” que ganda filhadaputice! Maria da GraÁa, por favor, se puder desculpe. Compreendo que n„o queira voltar c·, mas isto È mais forte do que eu!
QUEIXAS
A Maria da GraÁa, leitora, escreveu isto nos coment·rios sobre o Meu Pipi: ìo estilo do gajo, de t„o repetitivo, j· comeÁa a chatear.(...) Como sou do Porto, n„o me afligem as caralhadas. SÛ que precisamente por estar t„o habituada a ouvi-las, sei distinguir quando j· soa a forÁado e, por isso, n„o ando aqui deslumbradinha, como muita gente. Comecei a ler isto porque tem piada, independentemente das caralhadas. Estou a ponderar deixar de ler porque acho que se È demasiado evidente que o dono do pipi dele tem medo de perder os tais deslumbradinhos se n„o as disser.î A verdade È que a Maria da GraÁa tem raz„o. Fiz um coche de auto-an·lise e cheguei rapidamente ‡ conclus„o de que uso as caralhadas para n„o perder os leitores. Ao mesmo tempo, a Maria da GraÁa prestou-me um serviÁo. As acusaÁıes dela soaram-me a desafio. Se h· coisa que o Meu Pipi gosta È de desafios! Sou como os putos a quem n„o se pode dizer ìaposto que n„o tens coragem para engolir o teu chichiî, sen„o o chaval vai ‡ gan‚ncia para a casa de banho encher uma garrafinha. Por isso, decidi comeÁar a refrear o uso do vern·culo. Para o provar, vou escrever agora um post sem recorrer a palavrıes.
O tÌtulo È ìODEIO ITALIANOSî.
Odeio que me faÁam um italiano. (eu explico: se uma italiana È uma bica curta, ent„o quer dizer que o italiano È um bico curto. E eu odeio um bico curto). Odeio que me peguem no pÈnis e pratiquem a felaÁ„o apenas durante uns poucos segundos, como quem apenas queima tempo atÈ ao coito. Um fellatio È um acto sexual de pleno direito, caramba! N„o È um aquecimento, para ser feito por uma rapariga de ar enjoado, como quem est· ali por obrigaÁ„o! Tem princÌpio, meio e um fim! Tem uma mec‚nica prÛpria. Um ritmo particular - faz lembrar muito um carto tipo de jazz. Tem andamentos, direcÁıes e forÁa prÛpria. Deve terminar com uma ejaculaÁ„o completa, independentemente do sÌtio onde ela se verifica. E, de preferÍncia, deve ser culminado com uma exaustiva limpeza bocal, enquanto ainda est· dormente. No fim, o pÈnis pode ainda ser enxugado no cabelo da rapariga.
Pronto, est„o a ver como consigo fazer um post, ainda que escatolÛgico e sexual, sem recorrer ao palavr„o f·cil, caralho?
PIOR QUE AS GAJAS, CARALHO
O ZÈ M·rio Silva do Blog de Esquerda queixa-se de que j· fez duas referÍncias ao Meu Pipi e o Meu Pipi, nada. Nem um sonoro peido vaginal, nem uma caralhada. ” ZÈ M·rio, p·, Ès pior que as gajas! Um gajo d·-te um bocadinho para tr·s e ficas logo todo caÌdo. Mas foi sem querer. Tens raz„o. Vai para o caralho e um ganda chute nos colhıes! Aproveito para tambÈm mandar para o caralho os escroto-fascistas da Coluna, que tambÈm j· deram ao dente sobre o Meu Pipi. Isto È que esta malta de direita È delatora, caralho! Chama-me porno-blog, mas a lisonja n„o os vai levar a lado nenhum.
CHATOS NO PIPI
Como qualquer vagina que se preze, o Meu Pipi tambÈm tem chatos. O primeiro È este cromo. Vejam l· se o cabr„o n„o È um chato. Amanh„ discorrerei com maior a propÛsito sobre este caralho.
DINA AGUIAR
De vez em quando, vou falar aqui sobre algumas mulheres que s„o figuras p˙blicas. De minha justiÁa direi: se a comia, onde e de que forma. A Dina Aguiar È a primeira. Fazia, claro. N„o est· enxuta como h· dez anos atr·s, mas foda-se, eu n„o sou propriamente aquilo que chamam ìm· bocaî. Em honra ao programa que apresenta, dividia-lhe o corpo em regiıes: cona e boca. N„o lhe ia ‡ bufa, porque, de tanto estar sentada na RTP, aquilo deve estar mais quadrado do que os dentes da Teresa Guilherme (outra que fazia. Mas tudo a seu tempo). ComeÁava pela regi„o da boca. Ia exigir um broche de qualidade. Chamava-lhe ìlocuÁ„o de continuidadeî, porque, mesmo antes de a comer ia bater duas punhetas, de molde a aguentar o m·ximo possÌvel sem me vir. Quando a Diana comeÁasse a ficar com c„ibras nos maxilares, passava ‡ cona. Deitava-me e obrigava-a a montar-me, mas de costas voltadas para mim, apoiada com as m„os nos meus joelhos. … que ela j· n„o È propriamente nova e eu, quando fodo gajas da televis„o, custa-me olhar para elas e n„o serem giras.

terça-feira, Maio 13, 2003

MUITO GOSTO EU DE PEIDAS
Nas observaÁıes que vou fazendo ‡s peidas que me rodeiam, tenho constatado que elas existem por aÌ em quantidade e em variedade. Hoje, tive oportunidade de observar um tipo de peida que me inquieta. … uma peida que pertence a uma daquelas gajas que s„o bastante gordas, mas que n„o desistem de usar roupa justa. No caso, esta peida era t„o grande que a gaja sÛ deve conseguir vestir as calÁas depois de amanteigar as nalgas, para escorregarem melhor, e tem que se vestir com o auxÌlio de uma calÁadeira. Mas voltando ‡ Cicciolina com trÍs horas de frigorÌfico (ou seja, voltando ‡ vaca fria): aquelas peidas s„o inquietantes porque est„o ali apertadas por todos os lados e um gajo pıe-se a pensar no que acontecer· ‡quele nalguedo todo quando as calÁas saem. Que forma tomar„o aqueles vinte quilos de chicha quando n„o est„o acondicionados na ganga? Ser· que se esboroam, ou mantÍm apesar de tudo uma forma mais ou menos digna que permita a um gajo ficar com o pau minimamente feito, na eventualidade de ter que l· ir? Se alguÈm tiver informaÁıes sobre isto, queira partilh·-las, por favor.
DEO GRATIAS
Hoje, dia 13 de Maio, quero agradecer a Deus por ter inventado o broche.

segunda-feira, Maio 12, 2003

ANIMAIS
O Meu Pipi foi hoje visitado por cerca de 190 internautas. Sois doentes, caralho...
SOU UM PIPI FALADO
Tipicamente portuguÍs, esta merda de se falar das porcarias feitas em cada pipi. Uma grande caralhada para a Papoila, o Fora da Lei, o Mukankala, a Voz do Deserto e os PaletÛs. Gosto muito dos vossos blogs, mas gosto especialmente do UtÛpico, porque È igual ao Meu Pipi, mas sem palavrıes. No fundo, È um pipi adolescente. Obrigado, caralho! O Meu Pipi agradece na forma de um sonoro e molhado peido vaginal.
OUTRA CRÕTICA
Passou-se h· cerca de um ano. Fui ‡ badalhoquice da Queima das Fitas em Coimbra. Durante as duas noites que por l· fiquei, pernoitei nesse grande pardieiro que È a Pens„o Colibri. E foi l· que aconteceu o arraial de cu que passo agora a relatar. Eram umas quatro da tarde e eu dormia ainda o torpor alcoÛlico de uma besunta construÌda ‡ base de Super Bocks mornas e alguns (seguramente mais de 8, provavelmente menos do que 20) bagaÁos, quando me entra pelo quarto dentro a D. Genoveva, matrona dos seus cinquenta e picos, seios fartos, duros joanetes a saltar das chanatas, pele leitosa e n„o desprovida de pÍlos. ìAh, peÁo desculpa! N„o sabia que o menino ainda estava aqui. Eu volto depois para limpar o...î Aqui calou-se. E n„o me custou perceber porquÍ: eu estava todo nu, sÛ coberto com um lenÁol que nesta altura do campeonato mais parecia a tenda do Circo Chen! Ah que valente tes„o do mijo! DoÌa-me a cabeÁa como Û caralho, mas naquela altura, falou mais alto a cabeÁa do caralho (que belo trocadilho!), que comeÁou a menear atÈ que eu, com um golpe de perna, revelei a pila, que saltou c· para fora, qual gatinho em jogos de caÁa com um novelo de l„. A D. Gertrudes ainda hesitou, mas eu peguei-lhe na m„o e coloquei-a no piÁo. Era uma m„o robusta, calosa, de quem esfregou escadas a vida toda. E que provou esfregar pichas com tanto zelo. A velha estava em pulgas para abocanhar aquilo tudo, mas ainda teve a presenÁa de espÌrito para murmurar um ìÈ melhor trancara porta, meninoî. Ainda bem que o fez, porque se alguÈm tem entrado no meio do que se passou a seguir, tinha ficado com uma perspectiva totalmente diferente do que È o acto sexual. Vamos ao que interessa. A D. Genoveva filou o meu caralho com fulgor, ensaiando, durante alguns segundos uma patÈtica tentativa de broche (abro aqui um parÍntesis para culpar as revistas femininas por muito do mau sexo que se fornece no Portugal contempor‚neo. … Ûbvio que a D. Genoveva n„o sabia efectuar um broche em termos. … Ûbvio que o Sr. Rodrigues, marido e estalajadeiro, nunca consentiria que os l·bios da sua esposa chupassem com devoÁ„o a picha e os colhıes dele. ìBroches sÛ as putas!î, imagino-o a dizer aos filhos. Ao anunciar ao mundo ñ mais precisamente, ‡s sopeiras portuguesas ñ que existem pr·ticas outras que n„o a foda regular, a Marie Claire, a Activa e a Maria n„o est„o a fazer mais do que dar ideias parvas. Resumindo, era um mau broche, aquele que me estavam a tentar fazer). Parei imediatamente com aquilo. Estava com sono, com ressaca e com vontade de mijar, por isso, queria-me despachar. Com dois dedos, preparei-me para sondar o estado de alerta da rata. A D. Genoveva tentou impedir-me. Achei estranho n„o querer foda. Era velha de mais para ter o perÌodo. Forcei a inspecÁ„o e logo descobri o porquÍ do ataque de pudor da senhora: um corrimento amarelado e mal cheiroso (C‚ndida?) que lhe deixava a cona num estado quase putrefacto (como pude vislumbrar. Fazia um contraste esquisito, a brancura da pele e o escuro dos entrefolhos da racha). Sorri. Õamos ter cuzada! Virei-a ao contr·rio. Quando percebeu as minhas intenÁıes, a D. Genoveva, contente por n„o ter de expor a sua falta de higiene, abriu-se toda. E foi numa peida em estado aceit·vel que eu gozei durante alguns minutos. Confesso que foi mais do que pretendia, mas, com a vontade de mijar, n„o me estava a conseguir vir. Tive de me concentrar ‡ sÈria ñ o que foi fodido, com a dor de cornos com que eu estava. Mas teve de ser. N„o queria deixar uma foda a meio e ser mais uma raz„o para a chacota que a malta de Lisboa È sujeita pelas gajas da provÌncia. Dei-lhe uma a meu gosto, devagar, mas com forÁa. Um misto de dor e prazer, que fica sempre bem a quem os d·. Acabou tudo em bem quando me vim que nem um pedreiro, no meio do rego das nalgas da D. Genoveva e a ouvia gemer ìVenha-se menino! Venha-se!î Limpei a piÁa ao cabelo da velha e deitei-me para o lado. Fingi que adormeci logo e ainda a ouvi dizer: ìbom, ent„o eu depois, se calhar, daqui a bocado volto com as toalhas limpasî. Meti-me no duche, lavei as m„os ñ que ainda cheiravam ‡ cona suja dela ñ doze vezes e fui-me deitar outra vez. Bati uma punheta para adormecer melhor e posso jurar que, tirando o ìvenha-se meninoî, foi melhor do que a enrabadela que dei ‡ velha. No total, uma estrela e meia ‡ velha (sÛ o ter sido no cu vale meia, confesso) e duas sÛlidas estrelas para a punheta.
CRÕTICA DAS FODAS
Enceto hoje aqui uma sÈrie de crÌticas ‡s fodas que vou dando. … um trabalho de fundo que julgo vir a ser do interesse do leitor, n„o tanto pelas fodas em si, mas pelos coment·rios crÌticos que lhes vou ajuntando, com os quais pretendo lanÁar alguma luz sobre certos aspectos mais obscuros e descurados da foda. A foda merece ser divulgada e promovida. Esta È uma convicÁ„o minha.
Vou ent„o comeÁar pela foda que dei ontem. Uma foda r·pida, È certo, mas uma foda que merece ser estudada com atenÁ„o, porque com ela julgo ter conseguido aproveitar ao m·ximo a exiguidade de tempo e espaÁo de que dispunha. A parceira de ontem foi uma colega na qual j· estava de olho h· algum tempo devido ao par de tetas que possui, e que n„o deixa ninguÈm indiferente. Aquilo È uma prateleira perante a qual dizer ìQue grandes tetas!î peca por defeito. Aquilo s„o tetas de uma dimens„o tal que j· n„o entram para a categoria de ìmamas boas e grandesî. Arrisco dizer que n„o s„o, pura e simplesmente, tetas aceit·veis num meio decente e civilizado. Aquilo n„o s„o tetas; aquilo j· È falta de educaÁ„o.
Ora bem: comeÁ·mos por uma sess„o de oralidade. Ela exibiu-se ao mais alto nÌvel, com um chucha-na-tola competentÌssimo. Um trabalho de antologia, com boa tÈcnica e entusiasmo. … certo que estava animada pelo rico minete que eu estava a levar a bom porto nessa mesma altura. Mais do que qualquer outra coisa, tenho vaidade nos meus minetes. S„o minetes sÈrios, que n„o desprezam um milÌmetro quadrado do territÛrio que devem cobrir. No caso, estamos a falar de uma cona n„o completamente rapada, uma cona que eu designo por ìcona Ìndiaî: È uma cona que tem apenas uma farripa de cabelo, imitando o penteado dos Cherokee, e È uma cona que se presta a cauboiadas. Bom, nesta altura j· picha e cona palpitavam, cada uma para seu lado, e ambos sentimos que era altura de dar inÌcio ‡ contenda propriamente dita. ComeÁou-se em cima da cama, e eis que ela enceta um autÍntico festival de chinfrineira: guinchos, gritaria e ordens do tipo ìfode-me ‡ brutaî e ìvai, espeta-me issoî. Isto e o chocalhar das tetas, onde pareciam estar a decorrer dois ou trÍs terramotos ao mesmo tempo, quase me fizeram vir fora do tempo. O que me safou? Quando ela comeÁa a dar as ordens eu pensei: ìEst· a dar-me ordens, a puta. … autorit·ria, parece a Manuela Ferreira Leite.î Pensar na Manuela Ferreira Leite fez-me, evidentemente, esmorecer a gaita, o que serviu os meus objectivos da altura. Mas n„o podia deix·-la esmorecer demasiado, por isso havia que fazer alguma coisa, e depressa. Optei por uma mudanÁa de cen·rio: sem desenfiar o piÁo, para n„o quebrar o ritmo da foda, desloc·mo-nos para cima da mesa onde tenho o computador. A nalga esquerda dela pousou sobre o teclado e redigiu o seguinte: ìfdszaew wg tw3w42aq 432w1 r At443sw34TSTRE54TGFRDSw43t mî. Parece-me bem significativo. Peida que escreve ìfdszaew wg tw3w42aq 432w1 r At443sw34TSTRE54TGFRDSw43t mî È peida segura de si, peida que sabe o que quer, peida que n„o tem pejo em demonstrar que gosta de ribaldaria. Viro-a ao contr·rio e sigo em direcÁ„o ‡ recta final (ou, neste caso, ‡ rata final) em canzana, postura que melhor proporciona a contemplaÁ„o do badalar das tetas. Pim, pim, pim, ambas as m„os a esborrachar as tetas, c· vai disto, j· est·. E assim se passaram dez minutos muito agrad·veis. TrÍs estrelas e meia.

domingo, Maio 11, 2003

SOARES (ISTO N√O … UMA DEFESA DA PUNHETA DE MAMAS)
Parece que o Jo„o Soares pode ser filho do Jo„o Villaret. Isto n„o justifica que o M·rio Soares tenha o direito de enrabar as pretensıes do Guterres ‡ PresidÍncia.
NOVA DEFESA DA PUNHETA DE MAMAS
A Papoila comentou o post anterior. Diz ela assim: "Û pipi...mas quem È que ganha com isso?? Ainda se fosse punheta "nas" mamas... v· l·, meu querido, um pouco de imaginaÁ„o!!!" Tem raz„o, a Papoila. Esqueci-me de referir como È que uma boa punheta de mamas deve acabar. Muitos homens preferem que a punheta acabe com a gaja a abocanhar o caralho, qual vitela. Eu prefiro um memor·vel jacto em direcÁ„o ao cabelo da gaja. Se for logo no dia em que ela foi ao cabeleireiro, melhor! A galhofa È total. Porra, Papoila, qualquer pessoa sabe isto, caralho! Obrigado.
EM DEFESA DA PUNHETA DE MAMAS
A punheta de mamas È das pr·ticas sexuais mais injustiÁadas que h·. Muitas vezes ouvimos um amigo, um primo, ou o nosso pai dizer: "Dei uma foda assim assado", ou "Ela fez-me um bico desta e daquela maneira". Mas È rarÌssimo ouvir relatar uma boa punheta de mamas. N„o percebo porquÍ. Boas tetas n„o faltam, por esse paÌs fora. Toca a ensanduichar pichas nas tetas do nosso Portugal, Û gentes! E, a seguir, toca a vir relatar. Fico ‡ espera.

sábado, Maio 10, 2003

OUTROS QUE FALAM DO MEU PIPI
Este tal de Pequeno Ser (que nome È esse, p·? complexo dos tempos da adolescÍncia e dos balne·rios do gin·sio?) falou do Meu Pipi. Fizeste bem, caralho.