PERIGOS DAS GAJAS BOAS
Est· um calor do caralho e as gajas comeÁam a descascar-se ñ e bem. Mas isso traz alguns perigos. Hoje, na faculdade, l· estava uma colega com um vestido cavado nas costas (mostrando que n„o levava soutien) e justo nas ancas (mostrando que nem cuecas tinha ñ ou pelo menos eu esforcei-me por acreditar nisso com todas as minhas forÁas). … evidente que, passados dois minutos de aula, j· eu tinha o nabo a latejar. SaÌ logo e fui esgalhar trÍs punhetas preventivas. Voltei, mas o bicho n„o se acalmava. Muito por culpa da gaja, que ñ vÍ-se claramente ñ proporciona festa rija na cama. E, estando ela mesmo ‡ minha frente, tornava-se f·cil para mim imaginar uma monumental canzana em que eu ñ sem lhe tirar o vestido, apenas levantando a saia para cima ñ lhe dava uma carga de piÁada Èpica sem pedir licenÁa nem nada. Tinha que distrair o pensamento e recorri ‡ minha tÈcnica do costume. Comecei a pensar: ìNa baliza, Moreira. Quarteto defensivo com Miguel, Argel, HÈlder e Ricardo Rocha. No meio-campo, Tiago e Petit. Mais ‡ frente, eu a foder esta puta mesmo na marca do penalty e o terceiro anel todo a gritar: Pi-pi! Pi-pi! Pi-pi!î Foda-se, n„o havia nada a fazer. Todos os caminhos v„o dar a Roma e todos os meus pensamentos v„o dar ‡ rata. E agora? Esgalhar mais punhetas n„o podia, sob pena de ficar com o nabo em carne viva. Agarrar a gaja por tr·s e comÍ-la ali ‡ m· fila tambÈm era desaconselh·vel. Simulei um mal estar de estÙmago e saÌ definitivamente da sala. A HistÛria da Arte que v· para a puta que a pariu. Se o Rubens tivesse visto a peida da minha colega ñ que alÈm do mais era cheiinha, como ele gostava ñ ainda hoje estava agarrado ao pincel. N„o ao verdadeiro mas ao metafÛrico, claro. A tocar sarapitolas umas atr·s das outras.
Bom, mal saio, estava l· fora uma gaja que me anda a rondar h· algum tempo, sÛ que tem a perna curta e a peida descaÌda. ComeÁou a fazer-se a mim, outra vez. Pensei: ìFoda-se, quem esteve a sonhar com lagosta, agora n„o se contenta com carapau.î Pareceu-me uma posiÁ„o eticamente correcta e um bom lema de vida. Mas caguei nisso e mesmo assim comi a gaja. A canzana que era para a outra, levou-a esta. Acho que atÈ ficou com a peida no sÌtio e tudo.
sábado, maio 31, 2003
sexta-feira, maio 30, 2003
PENSO, LOGO EXISTO
Acho muito estranho n„o se ler nada sobre um assunto premente que muito me tem apoquentado. Falo daquele que, a par com o pudor de muitas mulheres em brocharem como deve ser, È um dos ˙ltimos grandes mistÈrios femininos. … um mistÈrio que tem estado durante tempo de mais vedado ‡ curiosidade masculino. Como j· devem ter adivinhado, estou-me a referir ao cheiro e ‡ consistÍncia de um penso higiÈnico usado. Fiz uma pesquisa no Google e o panorama È desolador, de maneira que me vi obrigado a um pouco de mÈtodo cientÌfico para trazer atÈ ao Meu Pipi uma nota de intelectualidade, daquelas que fazem os leitores pensar: ìafinal, quem diz que este Meu Pipi È sÛ javardice, engana-se...î
Arranjar o objecto de estudo revelou-se mais complicado do que eu julgara a princÌpio. Primeiro, pensei na minha m„e, mas parece que a senhora est· a entrar na menopausa e esta investigaÁ„o n„o se compadece com os atrasos causados pela intermitÍncia do ìperigo vermelhoî. … que eu estava mesmo com sede de conhecimento, caralho! Por isso, resolvi vasculhar o caixote do lixo da minha irm„. Nada. Acho que a pita È cretina para ter engravidado, mas isso (aborto, espancamento do progenitor, etc) fica para outra altura. Recorri ‡ minha empregada. (abro aqui um parÍntesis para, sem falsa modÈstia, destacar a minha coragem. Sou um gajo que gosta de porcaria, os leitores sabem disso, mas h· que reconhecer a coragem de manusear um penso usado por uma mulher obesa, verrugosa e quase careca ñ tem tanta queda de cabelo que, quando acaba de lavar a banheira, o ralo tem mais pelos do que quando estava suja. Uma coisa È foder um bicho destes, outra È mexer nos co·gulos, caralho!)
E o que È que encontrei? Ao nÌvel de consistÍncia, fiquei algo desapontado. Terei de efectuar novas observaÁıes, com outros exemplares, derivado de este penso ter sido encontrado j· seco. Destaco apenas uns quantos pelos, robustos, como que a dizer que a pintelheira È mais saud·vel que a cabeleira. A cor era de um carmim esbranquiÁado, com toques de encarnado forte. Bonita. O cheiro, esse, È difÌcil de esmiuÁar. ComeÁa com um travo nauseabundo a cad·ver, mas que, depois do choque inicial, se transforma num acre concentrado, que se suporta. Algumas inalaÁıes profundas permitem descobrir ainda uma essÍncia de bacalhau que, confesso, me fez ficar com meia casa. Tive mesmo que ir bater uma.
J· que tinha chegado t„o longe, achei por bem levar a experiÍncia atÈ ao fim. Fiz a degustaÁ„o. AÌ, meus amigos, confesso que o Meu Pipi fraquejou. SÛ depois de lavar os dentes pela terceira vez È que a minha fÈ na justeza e virtude do minete foi restabelecida.
Acho muito estranho n„o se ler nada sobre um assunto premente que muito me tem apoquentado. Falo daquele que, a par com o pudor de muitas mulheres em brocharem como deve ser, È um dos ˙ltimos grandes mistÈrios femininos. … um mistÈrio que tem estado durante tempo de mais vedado ‡ curiosidade masculino. Como j· devem ter adivinhado, estou-me a referir ao cheiro e ‡ consistÍncia de um penso higiÈnico usado. Fiz uma pesquisa no Google e o panorama È desolador, de maneira que me vi obrigado a um pouco de mÈtodo cientÌfico para trazer atÈ ao Meu Pipi uma nota de intelectualidade, daquelas que fazem os leitores pensar: ìafinal, quem diz que este Meu Pipi È sÛ javardice, engana-se...î
Arranjar o objecto de estudo revelou-se mais complicado do que eu julgara a princÌpio. Primeiro, pensei na minha m„e, mas parece que a senhora est· a entrar na menopausa e esta investigaÁ„o n„o se compadece com os atrasos causados pela intermitÍncia do ìperigo vermelhoî. … que eu estava mesmo com sede de conhecimento, caralho! Por isso, resolvi vasculhar o caixote do lixo da minha irm„. Nada. Acho que a pita È cretina para ter engravidado, mas isso (aborto, espancamento do progenitor, etc) fica para outra altura. Recorri ‡ minha empregada. (abro aqui um parÍntesis para, sem falsa modÈstia, destacar a minha coragem. Sou um gajo que gosta de porcaria, os leitores sabem disso, mas h· que reconhecer a coragem de manusear um penso usado por uma mulher obesa, verrugosa e quase careca ñ tem tanta queda de cabelo que, quando acaba de lavar a banheira, o ralo tem mais pelos do que quando estava suja. Uma coisa È foder um bicho destes, outra È mexer nos co·gulos, caralho!)
E o que È que encontrei? Ao nÌvel de consistÍncia, fiquei algo desapontado. Terei de efectuar novas observaÁıes, com outros exemplares, derivado de este penso ter sido encontrado j· seco. Destaco apenas uns quantos pelos, robustos, como que a dizer que a pintelheira È mais saud·vel que a cabeleira. A cor era de um carmim esbranquiÁado, com toques de encarnado forte. Bonita. O cheiro, esse, È difÌcil de esmiuÁar. ComeÁa com um travo nauseabundo a cad·ver, mas que, depois do choque inicial, se transforma num acre concentrado, que se suporta. Algumas inalaÁıes profundas permitem descobrir ainda uma essÍncia de bacalhau que, confesso, me fez ficar com meia casa. Tive mesmo que ir bater uma.
J· que tinha chegado t„o longe, achei por bem levar a experiÍncia atÈ ao fim. Fiz a degustaÁ„o. AÌ, meus amigos, confesso que o Meu Pipi fraquejou. SÛ depois de lavar os dentes pela terceira vez È que a minha fÈ na justeza e virtude do minete foi restabelecida.
quinta-feira, maio 29, 2003
DA LEITA«A
Haveria muito para dizer sobre a leitaÁa, mas o espaÁo de que aqui disponho para cada tema È mais diminuto que a picha dum japonÍs acabado de sair de uma piscina de ·gua gelada. Enfim, era matÈria para ocupar todo um blog. Mas, num estudo breve, h· dois ou trÍs pontos essenciais a reter.
Em primeiro lugar, importa definir a leitaÁa. O dicion·rio da Academia das CiÍncias, num gesto eivado de profunda paneleirice, optou por omitir o termo. Mas a palavra merecia uma entrada que, sendo bem feita, diria isto: ìLeitaÁa, s. f., mixÛrdia mais ou menos pastosa de cor branca e aroma agreste que se acumula entre o prep˙cio e a picha propriamente dita.î A definiÁ„o precisa do voc·bulo ñ subsequentemente homologada por uma inst‚ncia competente no domÌnio da lÌngua portuguesa, bem entendido ñ È urgente dada a confus„o que por aÌ vai grassando em torno da leitaÁa. Entristece-me ver confundidos os conceitos de langonha e leitaÁa, por exemplo, como acontece ami˙de. (A propÛsito de lÌngua portuguesa: j· houve um tempo em que eu teria comido Edite Estrela. Hoje comeria na mesma, atenÁ„o, mas ela j· n„o me arrebita o bicho como fazia outrora.)
Em segundo lugar, interessa saber qual È a gÈnese da leitaÁa. De onde vem? Como se forma? Basicamente, h· duas formas de obter leitaÁa. A primeira È n„o dar banho ao caralho durante uma semana ou duas (no ver„o basta um dia e meio). A segunda È dar uma foda, n„o lavar a picha e deixar a marinar durante toda a noite, atÈ ao dia seguinte.
Em terceiro lugar, pergunta-se: para que serve a leitaÁa? Ora bem, a leitaÁa È usada apenas para fins recreativos. O mais frequente È este: um gajo levanta-se, coÁa os colhıes e arregaÁa a pichota. Constata: ìPorreiro, hoje h· leitaÁa!î Que faz? Com a polpa do dedo indicador, recolhe a leitaÁa e esfrega-a na polpa do dedo polegar. Nesta altura, d·-se a primeira prova olfactiva da leitaÁa. O bouquet h·-de ser rico, pois a leitaÁa est· ainda fresca. O aroma È composto por notas de leite azedo, uma subtil sugest„o de suor dos colhıes, um toque suave de mijo e ñ no caso de ter havido chavascal na noite anterior ñ um travozinho muito agrad·vel a pachacha. Prossegue-se ent„o o trabalho de esfregar o indicador no polegar (sempre no sentido dos ponteiros do relÛgio). ComeÁam a formar-se rolinhos. Estes s„o reunidos e calcados atÈ se ajuntarem num montÌculo de leitaÁa seca. … altura de nova prova olfactiva: o aroma est· mais intenso, e todos os traÁos que o compıem ganharam corpo e personalidade. E assim se passam alguns momentos de descontracÁ„o e relax enquanto esperamos que a tes„o do mijo amaine, para podermos cagar ‡ vontade.
Outro uso da leitaÁa (menos vulgar, mas mais interessante) È este: discretamente, faz-se a recolha da leitaÁa. Logo a seguir, chegamos ao pÈ de um amigo nosso e dizemos ìEh p·, o que È que tu tens aqui?î, enquanto lhe besuntamos a leitaÁa mesmo por baixo do nariz. Para este passatempo devemos sempre escolher amigos que sejam mais pequenos do que nÛs. A minha experiÍncia È que, em 99% dos casos, mal eles percebem que nÛs lhes pusemos no l·bio superior uma zurrapa que, escassos dez segundos antes, estava na nossa picha, eles v„o querer andar ‡ porrada.
Boas leitaÁas para todos.
Haveria muito para dizer sobre a leitaÁa, mas o espaÁo de que aqui disponho para cada tema È mais diminuto que a picha dum japonÍs acabado de sair de uma piscina de ·gua gelada. Enfim, era matÈria para ocupar todo um blog. Mas, num estudo breve, h· dois ou trÍs pontos essenciais a reter.
Em primeiro lugar, importa definir a leitaÁa. O dicion·rio da Academia das CiÍncias, num gesto eivado de profunda paneleirice, optou por omitir o termo. Mas a palavra merecia uma entrada que, sendo bem feita, diria isto: ìLeitaÁa, s. f., mixÛrdia mais ou menos pastosa de cor branca e aroma agreste que se acumula entre o prep˙cio e a picha propriamente dita.î A definiÁ„o precisa do voc·bulo ñ subsequentemente homologada por uma inst‚ncia competente no domÌnio da lÌngua portuguesa, bem entendido ñ È urgente dada a confus„o que por aÌ vai grassando em torno da leitaÁa. Entristece-me ver confundidos os conceitos de langonha e leitaÁa, por exemplo, como acontece ami˙de. (A propÛsito de lÌngua portuguesa: j· houve um tempo em que eu teria comido Edite Estrela. Hoje comeria na mesma, atenÁ„o, mas ela j· n„o me arrebita o bicho como fazia outrora.)
Em segundo lugar, interessa saber qual È a gÈnese da leitaÁa. De onde vem? Como se forma? Basicamente, h· duas formas de obter leitaÁa. A primeira È n„o dar banho ao caralho durante uma semana ou duas (no ver„o basta um dia e meio). A segunda È dar uma foda, n„o lavar a picha e deixar a marinar durante toda a noite, atÈ ao dia seguinte.
Em terceiro lugar, pergunta-se: para que serve a leitaÁa? Ora bem, a leitaÁa È usada apenas para fins recreativos. O mais frequente È este: um gajo levanta-se, coÁa os colhıes e arregaÁa a pichota. Constata: ìPorreiro, hoje h· leitaÁa!î Que faz? Com a polpa do dedo indicador, recolhe a leitaÁa e esfrega-a na polpa do dedo polegar. Nesta altura, d·-se a primeira prova olfactiva da leitaÁa. O bouquet h·-de ser rico, pois a leitaÁa est· ainda fresca. O aroma È composto por notas de leite azedo, uma subtil sugest„o de suor dos colhıes, um toque suave de mijo e ñ no caso de ter havido chavascal na noite anterior ñ um travozinho muito agrad·vel a pachacha. Prossegue-se ent„o o trabalho de esfregar o indicador no polegar (sempre no sentido dos ponteiros do relÛgio). ComeÁam a formar-se rolinhos. Estes s„o reunidos e calcados atÈ se ajuntarem num montÌculo de leitaÁa seca. … altura de nova prova olfactiva: o aroma est· mais intenso, e todos os traÁos que o compıem ganharam corpo e personalidade. E assim se passam alguns momentos de descontracÁ„o e relax enquanto esperamos que a tes„o do mijo amaine, para podermos cagar ‡ vontade.
Outro uso da leitaÁa (menos vulgar, mas mais interessante) È este: discretamente, faz-se a recolha da leitaÁa. Logo a seguir, chegamos ao pÈ de um amigo nosso e dizemos ìEh p·, o que È que tu tens aqui?î, enquanto lhe besuntamos a leitaÁa mesmo por baixo do nariz. Para este passatempo devemos sempre escolher amigos que sejam mais pequenos do que nÛs. A minha experiÍncia È que, em 99% dos casos, mal eles percebem que nÛs lhes pusemos no l·bio superior uma zurrapa que, escassos dez segundos antes, estava na nossa picha, eles v„o querer andar ‡ porrada.
Boas leitaÁas para todos.
ROTO, ROTO, ROTO, ROTO...
Mais uma vez, um gebo chamado "namenota" ameaÁa o Meu Pipi. Pergunta: "o pipi era capaz de assinar com o prÛprio nome?", insinuando que me tira o prep˙cio e me deixa a glande descoberta perante toda a blogosfera. Se calhar n„o me fiz entender da primeira vez - È natural, porque eu tenho esta mania est˙pida de achar que estou a falar para gajos minimamente inteligentes - mas c· vai outra tentativa: Û palonÁo, tu, quando ameaÁas o Meu Pipi, pıes-te em sentido. Parafraseando um grande fodilh„o: N„o perguntes se o Meu Pipi era capaz de assinar com o prÛprio nome, pergunta antes se tu eras capaz de assinar com o teu prÛprio nome! O Meu Pipi È uma cona rapadinha, lavadinha, sem doenÁas, rosada, e n„o tem nada a esconder, por isso n„o julgues que fazes chantagem, Û meu caralho. … a ˙ltima vez que desperdiÁo um peidinho de cona contigo. Da prÛxima, n„o ameaces, executa. Ou estarei a detectar aÌ um padr„o de gajo que fala, fala, fala, mas n„o faz nada?
Mais uma vez, um gebo chamado "namenota" ameaÁa o Meu Pipi. Pergunta: "o pipi era capaz de assinar com o prÛprio nome?", insinuando que me tira o prep˙cio e me deixa a glande descoberta perante toda a blogosfera. Se calhar n„o me fiz entender da primeira vez - È natural, porque eu tenho esta mania est˙pida de achar que estou a falar para gajos minimamente inteligentes - mas c· vai outra tentativa: Û palonÁo, tu, quando ameaÁas o Meu Pipi, pıes-te em sentido. Parafraseando um grande fodilh„o: N„o perguntes se o Meu Pipi era capaz de assinar com o prÛprio nome, pergunta antes se tu eras capaz de assinar com o teu prÛprio nome! O Meu Pipi È uma cona rapadinha, lavadinha, sem doenÁas, rosada, e n„o tem nada a esconder, por isso n„o julgues que fazes chantagem, Û meu caralho. … a ˙ltima vez que desperdiÁo um peidinho de cona contigo. Da prÛxima, n„o ameaces, executa. Ou estarei a detectar aÌ um padr„o de gajo que fala, fala, fala, mas n„o faz nada?
quarta-feira, maio 28, 2003
ACALMEM OS PIPIS
Alguns coment·rios sobre a hora a que eu posto os meus coment·rios. A atenÁ„o ao pormenor È muito importante, especialmente para quem quer seguir uma carreira de decoradora. Fora isso, nunca pensaram que eu posso estar no estrangeiro, a alguns fusos hor·rios de Portugal? N„o estou, claro. Isto tudo para dizer que receio que ñ por minha culpa ñ o Meu Pipi se esteja a tornar num fÛrum. Brevemente irei postar algumas CrÌticas de Foda, assim como mais alguma Figura P˙blica ñ estou com tes„o por Rosa de Lobato Faria ñ para manter o nÌvel em baixo. Comme il faut.
Alguns coment·rios sobre a hora a que eu posto os meus coment·rios. A atenÁ„o ao pormenor È muito importante, especialmente para quem quer seguir uma carreira de decoradora. Fora isso, nunca pensaram que eu posso estar no estrangeiro, a alguns fusos hor·rios de Portugal? N„o estou, claro. Isto tudo para dizer que receio que ñ por minha culpa ñ o Meu Pipi se esteja a tornar num fÛrum. Brevemente irei postar algumas CrÌticas de Foda, assim como mais alguma Figura P˙blica ñ estou com tes„o por Rosa de Lobato Faria ñ para manter o nÌvel em baixo. Comme il faut.
I HEAR YOU, FORA DA LEI
O Fora_da_Lei fez um desenho em que veste uma camisola do Meu Pipi ao Carlos Castro. Algumas pessoas gozaram-me, dizendo que ele insinua que eu sou o cronista. Eu digo: est·s enganada, m„e. Explico porquÍ, caralho. Alguma psico-an·lise, agora: o Carlos Castro È, podemos concordar, um palhaÁo. O que È que o Fora_da_Lei faz no desenho? Veste-lhe uma camisola. Por outras palavras, pıe-lhe um agasalho. O Fora_da_Lei agasalha o palhaÁo. Foda-se, eu sei reconhecer um pedido de ajuda quando vejo um.
O Fora_da_Lei fez um desenho em que veste uma camisola do Meu Pipi ao Carlos Castro. Algumas pessoas gozaram-me, dizendo que ele insinua que eu sou o cronista. Eu digo: est·s enganada, m„e. Explico porquÍ, caralho. Alguma psico-an·lise, agora: o Carlos Castro È, podemos concordar, um palhaÁo. O que È que o Fora_da_Lei faz no desenho? Veste-lhe uma camisola. Por outras palavras, pıe-lhe um agasalho. O Fora_da_Lei agasalha o palhaÁo. Foda-se, eu sei reconhecer um pedido de ajuda quando vejo um.
FALTA DE ASSUNTO? NESTE BLOG, NUNCA
Os leitores perguntam ì” Pipi, com tanta merda a acontecer no paÌs, tu n„o tens opiniıes a dar?î Meus caralhos, n„o È por o paÌs estar como est· que deixam de haver fodas para dar, gajas para comentar, rotos para enxovalhar. FaÁam o vosso trabalhinho, que eu faÁo o meu.
Os leitores perguntam ì” Pipi, com tanta merda a acontecer no paÌs, tu n„o tens opiniıes a dar?î Meus caralhos, n„o È por o paÌs estar como est· que deixam de haver fodas para dar, gajas para comentar, rotos para enxovalhar. FaÁam o vosso trabalhinho, que eu faÁo o meu.
FUFA OU PUTA, PARTE 2
A propÛsito da ˙ltima caralhada que aqui escrevi, a canalha achou por bem comentar e levantar uma quest„o interessante: as mulheres podem ter atitudes "rotas"? Eu digo que uma mulher que prefere sugar clitos em vez de um bom mangalho, È rota. Para saber o porquÍ desta afirmaÁ„o, temos de aprofundar um pouco esta discuss„o e expor aqui as razıes que levam um homem a ser considerado roto. Ser roto n„o È sÛ levar na bufa. Um roto È um gajo que n„o sabe separar o que È para foder e o que È para brincar. Sabem a express„o "n„o se brinca com a comida"? Um roto brinca com a comida. N„o sabe discernir. O que È que eu quero dizer com isto? O roto fode o mesmo gajo com quem vÍ futebol, bebe jolas, vai ‡ pesca. Uma rota fode a mesma gaja com quem vai ‡s compras, vÍ telenovelas, vai ao cabeleireiro. N„o h· divis„o de espaÁoa. Pıe os ovos todos na mesma bufa. VocÍs estavam ‡ espera de uma diatribe anti-rota, mas isto È sÛ uma quest„o funcional. AtenÁ„o, o que eu digo n„o È a palavra de Deus. Embora, sobre estes assuntos, ande l· perto.
A propÛsito da ˙ltima caralhada que aqui escrevi, a canalha achou por bem comentar e levantar uma quest„o interessante: as mulheres podem ter atitudes "rotas"? Eu digo que uma mulher que prefere sugar clitos em vez de um bom mangalho, È rota. Para saber o porquÍ desta afirmaÁ„o, temos de aprofundar um pouco esta discuss„o e expor aqui as razıes que levam um homem a ser considerado roto. Ser roto n„o È sÛ levar na bufa. Um roto È um gajo que n„o sabe separar o que È para foder e o que È para brincar. Sabem a express„o "n„o se brinca com a comida"? Um roto brinca com a comida. N„o sabe discernir. O que È que eu quero dizer com isto? O roto fode o mesmo gajo com quem vÍ futebol, bebe jolas, vai ‡ pesca. Uma rota fode a mesma gaja com quem vai ‡s compras, vÍ telenovelas, vai ao cabeleireiro. N„o h· divis„o de espaÁoa. Pıe os ovos todos na mesma bufa. VocÍs estavam ‡ espera de uma diatribe anti-rota, mas isto È sÛ uma quest„o funcional. AtenÁ„o, o que eu digo n„o È a palavra de Deus. Embora, sobre estes assuntos, ande l· perto.
terça-feira, maio 27, 2003
SE EU FOSSE GAJA... FUFA OU PUTA?
Uma velha quest„o que, sazonalmente, a humanidade coloca a ela prÛpria, prende-se com um assunto aflorado num post anterior. Este caralho do guessmack pıe o dedo na cona quando diz "qualquer MACHO se fosse gaija andava a comer outras putas como ela ", no que È secundado, qual dupla penetraÁ„o, pelo acne, que completa com "subscrevo se eu fosse gaja era uma ganda fufalhona". O Meu Pipi pergunta: se um gajo um dia acordasse gaja, o que È que faria (evidentemente, depois de enfiar um pau de vassoura na bufa, sÛ para ver a profundidade)? Seria uma fufalhona? Ou uma fodilhona? Pois È, meus merdas, È esta a quest„o. O Meu Pipi acha a segunda. Por mais que goste de acÁ„o crica-on-crica, uma coisa que sempre me intrigou foi a falta de penetraÁ„o (com um magalho org‚nico, claro) num chavascal entre fongas. AlÈm disso, se um gajo fosse gaja e fosse com gajas, estava a ser roto. Convenhamos que este È um argumento n„o despiciendo. Finalmente, sabendo da facilidade das gajas em arranjar parceiro para fodanga (meu Deus, como È que n„o fodem mais, as gajas!), È natural que eu, se me achasse gaja, fodesse a torto e a direito. Era gaja para ir atacar para o TÈcnico, de graÁa. Sei que esta opini„o È polÈmica, h· gajos que nunca mais querer„o ler o Meu Pipi - a esses eu digo: tudo bem, v„o mam·-los - h· ainda gajos mais fr·geis que est„o neste momento a pensar se ser„o rotos - s„o-no, com certeza - e que tambÈm h· gajos que concordam comigo. Digam-me de vossa justiÁa, panilas.
Uma velha quest„o que, sazonalmente, a humanidade coloca a ela prÛpria, prende-se com um assunto aflorado num post anterior. Este caralho do guessmack pıe o dedo na cona quando diz "qualquer MACHO se fosse gaija andava a comer outras putas como ela ", no que È secundado, qual dupla penetraÁ„o, pelo acne, que completa com "subscrevo se eu fosse gaja era uma ganda fufalhona". O Meu Pipi pergunta: se um gajo um dia acordasse gaja, o que È que faria (evidentemente, depois de enfiar um pau de vassoura na bufa, sÛ para ver a profundidade)? Seria uma fufalhona? Ou uma fodilhona? Pois È, meus merdas, È esta a quest„o. O Meu Pipi acha a segunda. Por mais que goste de acÁ„o crica-on-crica, uma coisa que sempre me intrigou foi a falta de penetraÁ„o (com um magalho org‚nico, claro) num chavascal entre fongas. AlÈm disso, se um gajo fosse gaja e fosse com gajas, estava a ser roto. Convenhamos que este È um argumento n„o despiciendo. Finalmente, sabendo da facilidade das gajas em arranjar parceiro para fodanga (meu Deus, como È que n„o fodem mais, as gajas!), È natural que eu, se me achasse gaja, fodesse a torto e a direito. Era gaja para ir atacar para o TÈcnico, de graÁa. Sei que esta opini„o È polÈmica, h· gajos que nunca mais querer„o ler o Meu Pipi - a esses eu digo: tudo bem, v„o mam·-los - h· ainda gajos mais fr·geis que est„o neste momento a pensar se ser„o rotos - s„o-no, com certeza - e que tambÈm h· gajos que concordam comigo. Digam-me de vossa justiÁa, panilas.
segunda-feira, maio 26, 2003
QUEM ME AVISA … UM ROTO DO CARALHO
Um tal de name rota anda, nos coment·rios, a ameaÁar o Meu Pipi de o revelar perante toda a blogosfera. Parece que acha que Meu Pipi È um pseudÛnimo por detr·s do qual se esconde alguÈm. N„o passa na cabeÁa desse caralho que eu me possa chamar mesmo Meu Pipi. ” palonÁo, deixa-te de merdas, p·. Mostra o que Ès capaz, valente. Se queres fazer frente ao Meu Pipi, È bom que tenhas a verga em bom estado ñ o que eu, sinceramente, duvido, vindo de um gajo que se preocupa com estas merdas.
Um tal de name rota anda, nos coment·rios, a ameaÁar o Meu Pipi de o revelar perante toda a blogosfera. Parece que acha que Meu Pipi È um pseudÛnimo por detr·s do qual se esconde alguÈm. N„o passa na cabeÁa desse caralho que eu me possa chamar mesmo Meu Pipi. ” palonÁo, deixa-te de merdas, p·. Mostra o que Ès capaz, valente. Se queres fazer frente ao Meu Pipi, È bom que tenhas a verga em bom estado ñ o que eu, sinceramente, duvido, vindo de um gajo que se preocupa com estas merdas.
TRADU«√O SIMULT¬NEA = DUPLA PENETRA«√O
Este roto do ìTraduÁ„o Simult‚neaî ñ est·s a ver, n„o te insultei ñ diz que achava muito mais graÁa se eu fosse uma mulher. Olha, palerma, tambÈm eu. … clichÈtico dizer isto, mas se eu tivesse um par de tetas, n„o tinha m„os para escrever estas catotas de chavasco.
Este roto do ìTraduÁ„o Simult‚neaî ñ est·s a ver, n„o te insultei ñ diz que achava muito mais graÁa se eu fosse uma mulher. Olha, palerma, tambÈm eu. … clichÈtico dizer isto, mas se eu tivesse um par de tetas, n„o tinha m„os para escrever estas catotas de chavasco.
AI O COPYCAT...
O ìTextos de Contracapaî, a posts tantos, diz: ìDizem que o meu template se confunde com o dos pipis. N„o sei o que È, tenho de ir ver.î O palonÁo tem um site sobre livros e n„o sabe o que s„o pipis. Meu amigo, alÈm do template, temos outra coisa em comum: tu tambÈm Ès um pipi...
O ìTextos de Contracapaî, a posts tantos, diz: ìDizem que o meu template se confunde com o dos pipis. N„o sei o que È, tenho de ir ver.î O palonÁo tem um site sobre livros e n„o sabe o que s„o pipis. Meu amigo, alÈm do template, temos outra coisa em comum: tu tambÈm Ès um pipi...
O VENTO NAS VENTAS, CARALHO
Este chouriÁo dp Vento diz que eu tenho uma escrita marialva. Eu, que sempre me orgulhei de ser como a Bic Laranja, de escrita fina. Que se foda. O gajo faz um post bonito, ‡ maneira de um bom bot„o de rosa palavrar. No entanto, borra a pintura no fim (ou seja, no meio do bot„o de rosa, eu cago-me nas fuÁas dele) ao perguntar se, por gostar de futebol, È roto. Meu amigo, j· aqui expliquei que, se È preciso perguntar...
Este chouriÁo dp Vento diz que eu tenho uma escrita marialva. Eu, que sempre me orgulhei de ser como a Bic Laranja, de escrita fina. Que se foda. O gajo faz um post bonito, ‡ maneira de um bom bot„o de rosa palavrar. No entanto, borra a pintura no fim (ou seja, no meio do bot„o de rosa, eu cago-me nas fuÁas dele) ao perguntar se, por gostar de futebol, È roto. Meu amigo, j· aqui expliquei que, se È preciso perguntar...
domingo, maio 25, 2003
REGRESSEM AO PASSADO, FODA-SE!
¿s vezes vou na rua e ouÁo um puto a dizer "fuck you" ou "bitch". Gosto. Mas confesso que tenho saudade de ouvir ordinarices de antanho, como aquelas que a minha avÛ usava. Por exemplo, nunca mais ouvi este delicioso trava lÌngua: "Eu tenho terra no cu, tu tens areia no cu. Quem È que tem terra no cu?" Estas javardices de outrora, alÈm de beleza poÈtica intrÌnseca, obrigam um gajo a puxar pela cabeÁa, muito mais do que os insultos que se ouvem hodiernamente.
¿s vezes vou na rua e ouÁo um puto a dizer "fuck you" ou "bitch". Gosto. Mas confesso que tenho saudade de ouvir ordinarices de antanho, como aquelas que a minha avÛ usava. Por exemplo, nunca mais ouvi este delicioso trava lÌngua: "Eu tenho terra no cu, tu tens areia no cu. Quem È que tem terra no cu?" Estas javardices de outrora, alÈm de beleza poÈtica intrÌnseca, obrigam um gajo a puxar pela cabeÁa, muito mais do que os insultos que se ouvem hodiernamente.
RAMEIRA DO SADO … QUE …
Como referi, estive envolvido numa festa rija, ali para as bandas de Sesimbra. Do programa das festas n„o falo, mas posso sÛ dizer uma coisa: n„o sei se as meninas da ribeira do Sado lavram a terra com as unhas dos pÈs, nem se tÍm carrapatos atr·s das orelhas. Sei È que fazem uns broches divinais, caralho. Podem ser como as ovelhas, mas a mamar na piÁa s„o como vitelas! Que caralho! A sopeira sugou-me a glande de tal maneira, que ainda tenho isto a latejar! E posso jurar que a gaja estava a gozar mais do que eu, a puta! Tive de lhe dar um calduÁo.
Como referi, estive envolvido numa festa rija, ali para as bandas de Sesimbra. Do programa das festas n„o falo, mas posso sÛ dizer uma coisa: n„o sei se as meninas da ribeira do Sado lavram a terra com as unhas dos pÈs, nem se tÍm carrapatos atr·s das orelhas. Sei È que fazem uns broches divinais, caralho. Podem ser como as ovelhas, mas a mamar na piÁa s„o como vitelas! Que caralho! A sopeira sugou-me a glande de tal maneira, que ainda tenho isto a latejar! E posso jurar que a gaja estava a gozar mais do que eu, a puta! Tive de lhe dar um calduÁo.
PEDOFILIA: A RESPOSTA
N„o tenho escrito nada porque ando muito preocupado com isto da pedofilia, caralho. Mentira, n„o escrevi nada este S·bado porque estive numa p‚ndega em Sesimbra da qual sÛ acordei agora - mas, como diz a minha avÛ, isto s„o contas de outro colar de contas chinesas, que cabem noutra cona (neste caso, noutro post). Bem, mas quando estava agora a voltar, lembrei-me de como È que os cabrıes dos juÌzes podem descobrir quem È ou n„o rompe-esfÌncteres de putos. … simples: pıem os suspeitos todos nus e passeiam ‡ frente deles uma crianÁa (entre 8 e 12 anos), tambÈm nua. Quem levantar a verga È culpado! Mas atenÁ„o: os suspeitos devem ser autorizados a bater uma punheta antes deste teste, porque h· ali alguns que j· est„o l· h· tanto tempo sem foder, que atÈ uma maÁ„ mais rija d· tusa.
N„o tenho escrito nada porque ando muito preocupado com isto da pedofilia, caralho. Mentira, n„o escrevi nada este S·bado porque estive numa p‚ndega em Sesimbra da qual sÛ acordei agora - mas, como diz a minha avÛ, isto s„o contas de outro colar de contas chinesas, que cabem noutra cona (neste caso, noutro post). Bem, mas quando estava agora a voltar, lembrei-me de como È que os cabrıes dos juÌzes podem descobrir quem È ou n„o rompe-esfÌncteres de putos. … simples: pıem os suspeitos todos nus e passeiam ‡ frente deles uma crianÁa (entre 8 e 12 anos), tambÈm nua. Quem levantar a verga È culpado! Mas atenÁ„o: os suspeitos devem ser autorizados a bater uma punheta antes deste teste, porque h· ali alguns que j· est„o l· h· tanto tempo sem foder, que atÈ uma maÁ„ mais rija d· tusa.
sexta-feira, maio 23, 2003
CORREIO DOS CARALHOS II
Escreve-me o HÈlder (ps ñ muda-me essa morada de e-mail, caralho, È muito rota): ì¡ resposta a esta pergunta:"Quais s„o, para si, as melhores tÈcnicas de punheta?", lembrei-me de uma tecnica q podias mostrar la no teu Pipi. Consiste no seguinte: Primeiro sentamo-nos na nossa m„o (e numa cadeira) durante 10 minutos a 15 minutos, quando tiver dormenta, toca a esgalhar o nabo. Assim ficamos com a sensaÁ„o que alguÈm nos est· a fazer o serviÁinho. Nota: TÍm e que ser rapidos sn a m„o vem ao normal e n funciona. Espero q ainda n conheÁas esta tecnica e q a menciones no teu Pipi, se n„o mencionares paciencia... vai po caralho!! Lollî
HÈlder, o facto de eu j· ter aqui uma vez perdoado a ìignor‚ncia atrevidaî de um cabr„o de um leitor, n„o significa que o v· passar a fazer por sistema. Se lesses este site com atenÁ„o, vias que j· tinha dado esta dica aos punheteiros que me lÍem. Vai l· ler os posts atrasados, caralho. Tu, quando queres falar de javardice com o Meu Pipi, pıes-te em sentido, ouviste?
Escreve-me o HÈlder (ps ñ muda-me essa morada de e-mail, caralho, È muito rota): ì¡ resposta a esta pergunta:"Quais s„o, para si, as melhores tÈcnicas de punheta?", lembrei-me de uma tecnica q podias mostrar la no teu Pipi. Consiste no seguinte: Primeiro sentamo-nos na nossa m„o (e numa cadeira) durante 10 minutos a 15 minutos, quando tiver dormenta, toca a esgalhar o nabo. Assim ficamos com a sensaÁ„o que alguÈm nos est· a fazer o serviÁinho. Nota: TÍm e que ser rapidos sn a m„o vem ao normal e n funciona. Espero q ainda n conheÁas esta tecnica e q a menciones no teu Pipi, se n„o mencionares paciencia... vai po caralho!! Lollî
HÈlder, o facto de eu j· ter aqui uma vez perdoado a ìignor‚ncia atrevidaî de um cabr„o de um leitor, n„o significa que o v· passar a fazer por sistema. Se lesses este site com atenÁ„o, vias que j· tinha dado esta dica aos punheteiros que me lÍem. Vai l· ler os posts atrasados, caralho. Tu, quando queres falar de javardice com o Meu Pipi, pıes-te em sentido, ouviste?
CORREIO DOS CARALHOS
Pergunta-me o (ou a, nunca sei, com estes nomes andrÛginos da Internet) Pilori: ìCompulsava eu um alfarr·bio quando se me deparou a express„o "pipi alto e gordo" que me fez pesquisar na internet. Eu, pipi gordo, ainda compreendo que deve ser cona de beiÁa inchada. Mas, alto? ” pipi, n„o me quer elucidar sobre o que È um pipi alto?î Pilori, meu caralho (e digo isto com amizade) eu acho que te enganaste e o que querias perguntar era o que È ìPipi, alto!î, que È uma ordem que antigamente se dava ‡s mulheres quando entravam em zonas restritas. Do gÈnero era tambÈm o ìacalmem os pipis!î, muito usado por maridos arreliados por barulho em reuniıes tupperware dos anos sessenta. Bons tempos...
Pergunta-me o (ou a, nunca sei, com estes nomes andrÛginos da Internet) Pilori: ìCompulsava eu um alfarr·bio quando se me deparou a express„o "pipi alto e gordo" que me fez pesquisar na internet. Eu, pipi gordo, ainda compreendo que deve ser cona de beiÁa inchada. Mas, alto? ” pipi, n„o me quer elucidar sobre o que È um pipi alto?î Pilori, meu caralho (e digo isto com amizade) eu acho que te enganaste e o que querias perguntar era o que È ìPipi, alto!î, que È uma ordem que antigamente se dava ‡s mulheres quando entravam em zonas restritas. Do gÈnero era tambÈm o ìacalmem os pipis!î, muito usado por maridos arreliados por barulho em reuniıes tupperware dos anos sessenta. Bons tempos...
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